Continuando com os filmes que abriram o ano de 2010, aí vai mais um filme descartável.
Quando surgiu em 2004 Jogos Mortais surpreendeu com uma boa trama e um final interessantíssimo, porém o filme acabou virando franquia que a cada filme que passa deixa a desejar.
Este quinto filme da franquia é fraco. Talvez até seja um pouco melhor que o terceiro e que o quarto, não que isso seja um grande feito.
Seguindo a receita de bolo de todos os filmes da série, este até que tem uma trama bacana, mas mesmo assim é um pouco confuso e não chega a provocar aquela sensação de agonia extrema que tivemos no primeiro e Veja Mais… »
Domingo, meio de ressaca após um sábado de pizzas no forno a lenha, pôker e cerveja eu acabei vendo este fraquíssimo filme de terror no Telecine Action ou Premium, não lembro do canal e nem deveria lembrar do filme, mas ele é tão ruim e tão fraco, que ainda não esqueci.
Acho que comecei a ver o filme porque era em Paris, mas de Paris mesmo nós vemos uns 5 minutos, depois passamos o resto do filme nas Catacumbas de Paris, onde um grupo de amigos faz festas eletrônicas com muita música, bebida e lendas para animar ou aterrorizar as pessoas que conseguiram entrar na festa.
Uma destas pessoas é a insonsa Shannyn Sossamon, que é tão sem graça e tão sem sal que a irmã, vivida pela Pink, quer fazer com que ela viva mais Veja Mais… »
Mais uma vez demorei a postar comentários no site. Achei melhor então assistir a este filme para voltar.
Aproveitei que o Cinemark Barigüi de Curitiba tem a Promoção Família e nos domingos me beneficio de pagar R$ 7,00 pelo ingresso inteiro até as 13h55min.
Bom, vamos ao filme. É um filme de gângsters, mas não tão tenso quanto Estrada Para a Perdição. Não há tantas cenas de tiroteio e tal. (Já imagino o Quaqua comentando).
Mas gostei do filme pelo fato de mostar como seriam as negociações Veja Mais… »
O grande problema de Rede de Mentiras é que o público espera um filme que vai criticar ou talvez cutucar os erros da política americana e da sua guerra contra o terror, porém, em Rede de Mentiras até temos um pouco disso, mas o que temos é ação, muita ação.
Ridley Scott até toca em alguns pontos da ferida, como a necessidade de que CIA e o governo americano de mostrar resultados, criando situações que levem o povo e a imprensa a acreditar que a grana e o tempo investido não estão sendo jogados no lixo.
Outro ponto que ele toca é que alguns agentes poderosos da CIA Veja Mais… »
Ann: Why don’t you just kill us? Peter: [sorrindo] You shouldn’t forget the importance of entertainment.
Sei que serei criticado por muitos, mas o filme Violência Gratuita de Michael Haneke (regravação idêntica ao seu filme original de 1997) não me apresentou nada de inovador e nada de impressionante.
Violência como vista no filme, já vimos em vários outros. O personagem conversar com a gente, também, apesar de que aqui ele tem um tom mais Veja Mais… »
Sem medo de errar eu falo que Duplicidade é um dos filmes mais agradáveis, charmosos e gostosos de se ver em 2009. Principalmente pela dupla principal, pelo roteiro e pela direção dinâmica.
Com um ar meio de Onze Homens e Um Destino, o filme é muito dinâmico, inteligente, engraçado e, como já disse, charmoso. O roteiro é inteligente e cheio de diálogos interessantíssimos, rápidos e precisos.
A atuação de Julia Roberts e Clive Owen é impressionante, pela naturalidade, empatia e química. Os dois estão fortes, radiantes e dominam completamente a tela. Com eles, em completa forma, o filme ganha força, e ganha Veja Mais… »
Claire Summers: “The truth heals.” Who said that? Perry: I don’t know. Some dead, white guy. Claire Summers: No. You.
Passageiros me deixou uma clara sensação de que ele poderia ser bem melhor. Não que o filme seja um filme fraco, longe disso, mas parece que faltou vontade ao roteirista de se aprofundar em alguns temas e deixar o filme mais forte emocionalmente. Sem isso Passageiros, passou ser um filme, me perdoem, “passageiro”. Daqueles que a gente vê e se um dia alguém comentar, falar um pouco sobre o filme você até lembra, mas não é um filme que te marca, ele simplesmente, passou.
O filme monta um monte de boas histórias, mas daí parece que o filme precisava ser enxuto e deixaram algumas idéias sem trabalhar. Veja Mais… »
Della Frye: Did we just break the law? Cal McAffrey: Nope. That’s what you call damn fine reporting.
Assisti Intrigas de Estado, ou State of Play, e me surpreendi bastante, pois esperava algo muito distante do que a TV trouxe. Claro que a série é mais completa, mas jamais poderia querer que o filme em 2 horas de duração conseguisse colocar tudo que vimos em 6 episódios de 1 hora cada.
Pontos a favor do filme, sim o filme tem algumas vantagens em relação à série. A trama por trás dos acontecimentos no filme, na minha opinião, é mais forte e tensa do que a que vemos na BBC. Mesmo com menos tempo para trabalhar a trama que envolve o congressista Stephen Collins e sua assistente, o filme nos deixa claro o que os envolvidos querem e o que realmente está em jogo. Talvez seja porque o filme usa temas mais atual, Veja Mais… »
Fui assistir Presságio sem saber muito do filme e tendo ouvido a opinião de um colega de que o filme forçava demais, ou seja, você entra na sala do cinema bem desconfiado com o filme e concordo em termos com ele.
Primeiramente o filme é uma mistura de filme catástrofe e mistério, e o roteiro trabalha muito bem a parte do mistério e o diretor a parte das catástrofes.
O roteiro consegue de forma eficiente por quase todo o filme nos levar por um mistério sobre os números, sobre os próximos eventos, porém peca em se tornar um pouco previsível e em colocar alguns pontos que o deixam holywoodiano demais. Aqui eu concordo que o filme peca, pois o mistério acaba Veja Mais… »
Sinopse: Ao fugir da polícia Harry Lockhart (Robert Downey Jr.), um ladrão fracassado, invade um teste para atores e acaba sendo enviado para Hollywood para trabalhar. Lá ele participa de um “laboratório” com um detetive particular para um papel e se vê em meio a uma complicada trama que envolve um assassinato. É quando Lockhart acaba se relacionando com uma antiga paixão dos tempos de escola.
Título Original: Kiss Kiss, Bang Bang Gênero: Comédia/Ação/Suspense País: EUA Ano de Produção: 2005 Tempo de Duração: 102 minutos Lançamento na Itália: 11/09/2005 Lançamento no Brasil: 02/12/2005 Direção: Shane Black Roteiro: Shane Black e Brett Halliday Elenco: Robert Downey Jr. (Harry Lockhart), Val Kilmer (Gay Perry), Michelle Monaghan (Harmony Faith Lane) e Corbin Bernsen (Harlan Dexter).
___________________________ Desta vez eu farei o papel do André, vou ser o mau humorado. Sabem aquele filme que quer ser o mais engraçado, o mais badalado e mais cult do mundo e não passa de um filme comum?! Vai lá, até existem algumas piadas bacanas, algumas cenas legais, mas o filme é isso e nada mais, uma tentativa frustrada do diretor massagiar seu próprio ego, é triste ver o Tony Stark num filme destes, ok, o filme é de 2005, mas ainda bem que Robert Downey Jr. encontrou na Marvel a sua salvação.
Abraços, Alexandre Q ___________________________
Se pudesse resumir o filme resumiria em uma sátira aos maiores clichês do cinema, em um filme recheado de clichês. O filme vale e muito, por causa da dupla principal: Robert Downey Jr. e Val Kilmer. Aliás, o roteirista/diretor brinca com um universo que ele marcou com Máquina Mortífera, de parceiros que se implicam tanto que parecem um casal, mas aqui com o diferencial de um deles ser homosexual, no caso Val Kilmer. Mas o filme brinca com outras coisas, aliás, o roteiro dá tantas reviravoltas como nos maiores filmes noir, onde uma mulher, que não é nada confiável e que é a paixão do protagonista, faz o filme ir e vir, e mesmo parecendo, em alguns momentos meio confuso, o filme agrada como uma misturade comédia e ação. Como já disse, o filme é da dupla principal, a sintonia entre os dois é algo de se analisar profundamente, mas vamos poupar nosso tempo e dizer: é perfeita. Robert Downey Jr. é um dos grandes valores do cinema americano, é só lembrar de Chaplin!Dizem que sua atuação como um negro em Trovão Azul é digna de Oscar, aliás, Will Smith disse isso para SET deste mês, ainda não vimos, mas em breve veremos. E fato dele narrar e comentar alguns momentos do filme, não é nada inédito e sim um clichê, mas aplica de uma forma muito bacana, pois ele se aproveita dos seus comentários para criticar algumas coisas do filme e os muitos clichês aparecem. Val Kilmer está perfeito como o detetive homosexual. O filme, pelo que vi está se tornando um Cult, para mim ainda não é tudo isso, mas é um bom filme, com boas piadas, boa ação, mas com algumas falhas narrativas que deixam, em alguns momentos, parece perdido!
Até, André C.
Você concorda com a vitória de Guerra Ao Terror?
View Results