Arquivos para: Suspense

Rede de Mentiras

rede-de-mentirasO grande problema de Rede de Mentiras é que o público espera um que vai criticar ou talvez cutucar os erros da americana e da sua guerra contra o terror, porém, em Rede de Mentiras até temos um pouco disso, mas o que temos é , muita .

Ridley Scott até toca em alguns pontos da ferida, como a necessidade de que e o governo americano de mostrar resultados, criando situações que levem o povo e a imprensa a acreditar que a grana e o tempo investido não estão sendo jogados no lixo.

Outro ponto que ele toca é que alguns agentes poderosos da CIA

Violência Gratuita – Funny Games U.S.

violencia-gratuita-poster01Ann: Why don’t you just kill us?
Peter: [sorrindo] You shouldn’t forget the importance of entertainment.

Sei que serei criticado por muitos, mas o Gratuita de Michael Haneke (regravação idêntica ao seu filme original de 1997) não me apresentou nada de inovador e nada de impressionante.

Violência como vista no filme, já vimos em vários outros. O personagem conversar com a gente, também, apesar de que aqui ele tem um tom mais

Duplicidade – Julia Owen e Clive Roberts

duplicidade-filmeSem medo de errar eu falo que Duplicidade é um dos filmes mais agradáveis, charmosos e gostosos de se ver em 2009. Principalmente pela dupla principal, pelo roteiro e pela direção dinâmica.

Com um ar meio de Onze Homens e Um Destino, o filme é muito dinâmico, inteligente, engraçado e, como já disse, charmoso. O roteiro é inteligente e cheio de diálogos interessantíssimos, rápidos e precisos.

A atuação de e Clive Owen é impressionante, pela naturalidade, empatia e química. Os dois estão fortes, radiantes e dominam completamente a tela. Com eles, em completa forma, o filme ganha força, e ganha

Passageiros – Passengers

passageiros-site-oficialClaire Summers: “The truth heals.” Who said that?
Perry: I don’t know. Some dead, white guy.
Claire Summers: No. You.

Passageiros me deixou uma clara sensação de que ele poderia ser bem melhor. Não que o seja um fraco, longe disso, mas parece que faltou vontade ao roteirista de se aprofundar em alguns temas e deixar o mais forte emocionalmente. Sem isso Passageiros, passou ser um filme, me perdoem, “passageiro”. Daqueles que a gente vê e se um dia alguém comentar, falar um pouco sobre o filme você até lembra, mas não é um filme que te marca, ele simplesmente, passou.

O filme monta um monte de boas histórias, mas daí parece que o filme precisava ser enxuto e deixaram algumas idéias sem trabalhar.

State of Play – Filme x Série

stateofplayDella Frye: Did we just break the law?
Cal McAffrey: Nope. That’s what you call damn fine reporting.

Assisti Intrigas de Estado, ou State of Play, e me surpreendi bastante, pois esperava algo muito distante do que a TV trouxe. Claro que a série é mais completa, mas jamais poderia querer que o filme em 2 horas de duração conseguisse colocar tudo que vimos em 6 episódios de 1 hora cada.

Pontos a favor do filme, sim o filme tem algumas vantagens em relação à série. A trama por trás dos acontecimentos no filme, na minha , é mais forte e tensa do que a que vemos na BBC. Mesmo com menos tempo para trabalhar a trama que envolve o congressista Stephen Collins e sua assistente, o filme nos deixa claro o que os envolvidos querem e o que realmente está em jogo. Talvez seja porque o filme usa temas mais atual,

Presságio

pressagioFui assistir Presságio sem saber muito do e tendo ouvido a opinião de um colega de que o forçava demais, ou seja, você entra na sala do cinema bem desconfiado com o e concordo em termos com ele.

Primeiramente o filme é uma mistura de filme catástrofe e mistério, e o roteiro trabalha muito bem a parte do mistério e o diretor a parte das catástrofes.

O roteiro consegue de forma eficiente por quase todo o filme nos levar por um mistério sobre os números, sobre os próximos eventos, porém peca em se tornar um pouco previsível e em colocar alguns pontos que o deixam holywoodiano demais. Aqui eu concordo que o filme peca, pois o mistério acaba

Beijos e Tiros – Kiss Kiss, Bang Bang – Robert Downey Jr. – Val Kilmer – Michelle Monaghan

beijos-e-tiros-poster02.jpgSinopse: Ao fugir da polícia Harry Lockhart (Robert Downey Jr.), um ladrão fracassado, invade um teste para atores e acaba sendo enviado para Hollywood para trabalhar. Lá ele participa de um “laboratório” com um detetive particular para um papel e se vê em meio a uma complicada trama que envolve um assassinato. É quando Lockhart acaba se relacionando com uma antiga paixão dos tempos de escola.

Título Original: Kiss Kiss, Bang Bang
Gênero: Comédia/Ação/Suspense
País: EUA
Ano de Produção: 2005
Tempo de Duração: 102 minutos
Lançamento na Itália: 11/09/2005
Lançamento no : 02/12/2005
Direção: Shane Black
Roteiro: Shane Black e Brett Halliday
Elenco: Robert Downey Jr. (Harry Lockhart), Val Kilmer (Gay Perry), Michelle Monaghan (Harmony Faith Lane) e Corbin Bernsen (Harlan Dexter).

___________________________
Desta vez eu farei o papel do André, vou ser o mau humorado.
Sabem aquele filme que quer ser o mais engraçado, o mais badalado e mais cult do mundo e não passa de um filme comum?!
Vai lá, até existem algumas piadas bacanas, algumas cenas legais, mas o filme é isso e nada mais, uma tentativa frustrada do massagiar seu próprio ego, é triste ver o Tony Stark num filme destes, ok, o filme é de 2005, mas ainda bem que Robert Downey Jr. encontrou na Marvel a sua salvação.

Abraços,
Alexandre Q
___________________________

Se pudesse resumir o filme resumiria em uma sátira aos maiores clichês do cinema, em um filme recheado de clichês. O filme vale e muito, por causa da dupla principal: Robert Downey Jr. e Val Kilmer. Aliás, o roteirista/diretor brinca com um universo que ele marcou com Máquina Mortífera, de parceiros que se implicam tanto que parecem um casal, mas aqui com o diferencial de um deles ser homosexual, no caso Val Kilmer.
Mas o filme brinca com outras coisas, aliás, o roteiro dá tantas reviravoltas como nos maiores filmes noir, onde uma , que não é nada confiável e que é a paixão do protagonista, faz o filme ir e vir, e mesmo parecendo, em alguns momentos meio confuso, o filme agrada como uma misturade comédia e ação.
Como já disse, o filme é da dupla principal, a sintonia entre os dois é algo de se analisar profundamente, mas vamos poupar nosso tempo e dizer: é perfeita. Robert Downey Jr. é um dos grandes valores do cinema americano, é só lembrar de Chaplin!Dizem que sua atuação como um negro em Trovão Azul é digna de Oscar, aliás, Will Smith disse isso para SET deste mês, ainda não vimos, mas em breve veremos.
E fato dele narrar e comentar alguns momentos do filme, não é nada inédito e sim um clichê, mas aplica de uma forma muito bacana, pois ele se aproveita dos seus comentários para criticar algumas coisas do filme e os muitos clichês aparecem.
Val Kilmer está perfeito como o detetive homosexual.
O filme, pelo que vi está se tornando um Cult, para mim ainda não é tudo isso, mas é um bom filme, com boas piadas, boa ação, mas com algumas falhas narrativas que deixam, em alguns momentos, parece perdido!

Até,
André C.

O Orfanato (El Orfanato)

el_orfanato.jpgSinopse: Laura (Belén Rueda) retorna à casa onde fora criada e decide transformá-la em um orfanato. Problemas começam quando o filho de Laura começa a fazer amigos imaginários. A nova vizinhança desperta a imaginação de seu filho, que começa a se deixar levar por jogos de fantasias cada vez mais intensos. Estes jogos vão inquietando Laura até um ponto que chega a pensar que existe algo na casa que está ameaçando sua família. A escalada de estranhos acontecimentos farão com que ela busque a ajuda de parapsicólogos.
 
Título Original: El Orfanato
Gênero: Terror/
País: México/Espanha
Tempo de Duração: 100 minutos
Lançamento no EUA: 28/12/2007
Lançamento no : 07/03/2008
Direção: Juan Antonio Bayona
Roteiro: Sergio G. Sánchez

Elenco: Belén Rueda (Laura), Fernando Cayo (Carlos), Roger Príncep (Simón), Mabel Rivera (Pilar), Montserrat Carulla (Benigna), Andrés Gertrúdix (Enrique), Edgar Vivar (Balaban), Óscar Casas (Tomás), Mireia Renau (Laura Criança) e Georgina Avellaneda (Rita).
___________________________
Não sou um grande fã de de terror, daqueles de mortes estúpidas, tipo Sexta-Feira, Hora de Pesadelo, mas este parecia ser mais um daqueles “terror cabeça”, com suspense, fantasma e muito mistério. Porém, terminei de assistir um filme com uma sensação de já vi este filme, bem, o filme que me veio na cabeça foi Os Outros.
Acho que muitas pessoas devem ter tido a mesma impressão ao final do filme, gente vivendo numa casa, onde fantasmas ainda vivem, como se nada tivesse mudado, só que aqui, a gente vê o lado das pessoas, em Os Outros, vemos o lado dos fantasmas.
Tem alguns sustos, algum mistério, por causa do sumiço do menino, mas passa longe de ser um grande filme de terror.
Interessante é ver o Seu Barriga, Edgar Vivar, sem o Chaves e Cia. E a bela e talentosa Belén Rueda num papel que faz com que o filme tenha alguns bons momentos.

Até,
André
___________________________
Fui ver este filme sozinho, com amigos, pois a Michelle odeia filmes de Terror, e este estava muito bem recomendado, falado e eu fui achando que seria mais um daqueles terrores, tensos, sem aquele sangue escorrendo para lá e para cá, mas daqueles que quem não gosta, não conseguiria fechar os olhos para dormir de tão tenso que seria. Grande, mas gigantesco engano. Foi lamentável, ver um filme que não dá susto, tem um suspense meio brega e termine com a gente pensando: Ah! Era isso!
Só para quem realmente gosta de ver qualquer filme de terror, apesar que o terror neste filme é ter que assistir um dia de novo.

Abraços,
Alexandre Q.

Nem Tudo É o Que Parece (Layer Cake)

layercake.jpgSinopse: Daniel Craig se parece com qualquer outro homem de negócios: é esguio, bem vestido e educado. Ele fez fortuna lidando com cocaína e ecstasy como se fosse qualquer outro bem de consumo, e jamais precisou sujar as mãos ou perder seu anonimato. Agora ele já pensa em se aposentar, enquanto está jovem e pode usufruir seus ganhos ilegais. Ele acredita que dentro de alguns dias já estará fora dos negócios. Bem, este é o plano. Porém, como todos os planos bem arquitetados, esse também sai ligeiramente errado…

Título Original: Layer Cake
Gênero: Suspense/
País:
Tempo de Duração: 105 minutos
Lançamento no Inglaterra: 01/10/2004
Lançamento no Brasil: 17/06/2005
Direção: Matthew Vaughn
Roteiro: J.J. Connolly, baseado em livro de J.J. Connolly.

Elenco: Daniel Craig (XXXX), Tom Hardy (Clarkie), Jamie Foreman (The Duke), Michael Gambon (Eddie Temple), Sally Hawkins (Slasher), Burn Gorman (Gazza), George Harris (Morty), Keneth Cranham (Jimmy Price), Tamer Hassan (Terry) e Colm Meaney (Gene).
___________________________
Bem, filme , de ação e com o produtor de Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes e Snatch, parecia uma excelente pedida. E com o novo 007, antes de ser James Bond, me deixou muito animado. E a sinopse?!? Drogas, trapaceiros, amigos/inimigos, tudo que eu queria num filme de ação e suspense, com humor negro típico dos ingleses… Mas parece que como diretor o Matthew Vaughn é um grande produtor.
Não que a história seja chata ou o filme chato, criei expectativas demais, daí o filme que parece que vai empolgar, não empolga, mas é um bom filme sim, só não se pode criar uma grande expectativa, achar que será tão bom como os Jogos,… e Snatch. Tem seus pontos positivos, e eu gostei, apenas, repito, ficou a baixo do que eu imaginava

Abraços,
Alexandre Q.
___________________________
Assim como o Alexandre, eu achei Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes um filmaço, Snatch, foi bom, mas não superou o primeiro da série. E obviamente, fiquei com vontade de ver este filme, que envolvia todo aquele ambiente de trapaças, drogas, gente louca, negócios sujos e mistério. E achei bacana logo o começo do filme, com o Daniel Craig, que é um excelente ator, narrando sua tentativa de se aposentar, num negócio que nem sempre é fácil se aposentar. Primeiro, ele não tem nome, se refere a ele mesmo como homem de negócios, e vai apresentando como é feito o seu negócio, os amigos, o chefão e te deixa familiarizado com tudo, aí, até vemos um pouco de influência de Guy Ritchie, amigo Matthew Vaughn e diretor de Jogos,… e Snatch.
Porém, concordo com o Alexandre, quando o filme parece que vai, ele mantém seu ritmo um pouco lento e pode se tornar até cansativo, mas mesmo assim a trama e o sempre genial humor britânico conseguem manter o filme, um bom filme.

Até,
André C.

Instinto Secreto (Mr. Brooks)

Instinto
Sinopse: Mr. Brooks (Kevin Costner) é aparentemente um homem normal, mas esconde em seu interior uma perigosa face conhecida como Marshall (William Hurt). Atormentado, ele terá de ter autocontrole em uma árdua batalha contra seu alter ego e a detetive Attwood (Demi Moore), que passa a investigá-lo como principal suspeito de uma série de crimes.
 
Título Original: Mr. Brooks
Gênero: Drama/Suspense
País:
Tempo de Duração: 120 minutos
Lançamento no EUA: 2007
Lançamento no Brasil: 14/09/2007
Direção: Bruce A. Evans
: Raynold Gideon e Bruce A. Evans

Elenco: Kevin Costner (Earl Brooks), Demi Moore (Detetive Tracy Atwood), Dane Cook (Sr. Smith), William Hurt (Marshall), Marg Helgenberger (Emma Brooks), Ruben Santiago-Hudson (Hawkins), Danielle Panabaker (Jane Brooks) e Aisha Hinds (Nancy Hart).
___________________________
É um filme muito bom, não chega a ser aquele filme que você pára e diz: É Show!
Mas o filme prende a atenção boa parte das duas horas, tem algumas coisas previsíveis, mas é bom ver o velho Costner num filme um pouco melhor do que ele vinha fazendo. Achei que a Demi Moore ficou um pouco deslocada no filme, mas sem ela a trama não seria completa.
Falando em trama, muitos matam antes, mas mesmo assim não estraga a qualidade final do filme.

Abraços,
Alexandre Q.
___________________________
Um bom filme um pouco previsível demais, mas como disse o Alexandre, mesmo matando o filme ou algumas situações antes de acontecerem o filme mantém um bom nível. Se fosse para dar notas em estrelas seria um filme que ficaria entre 2 e 3 estrelas, acho que 3 seria o ideal.
Para mim o grande trunfo do filme é o excelente desempenho do William Hurt como o subconsciente do Kevin Costner. O filme se sustenta em muito no papo entre os dois, frente a frente, como se fossem bons e velhos amigos. Para alguns pode cansar, mas o ar sarcástico do Hurt é um dos melhores momentos do filme.

Até,
André C.