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Homeland: Season Finale

Finalmente no fim das minhas férias vi os últimos episódios de Homeland, e tenho certeza que foi uma temporada, ou melhor, uma estréia de série para deixar lembranças, pois a série foi toda bem feita e não perdeu nunca o seu caminho até o episódio final.

Claro que uma série não consegue manter 12 episódios em altíssimo nível como Homeland foi nos seus primeiros episódios, tivemos altos e baixos e algumas coisas que ficaram meio perdidas no tempo, porém é uma mais fácil você criar uma série envolvente, com episódios tensos e com um muito mais coeso quando se têm 12 episódios e isso Homeland teve de sobra, mesmo que alguns achem que o final tenha sido uma maneira fácil de resolver tudo.

Talvez se você não tenha visto o episódio final de Homeland, é melhor parar agora, pois com toda certeza irei cometer spoliers daqui para frente.

Como disse acima vi muita gente falando que o último episódio acabou resolvendo as coisas de uma forma muito simples,

Homeland

Comecei a ver Homeland totalmente sem querer no domingo passado, e então lembrei que ela estava na lista do , onde acabou sendo premiada como melhor série dramática e melhor atriz em série dramática para .

Aliás, Claire Danes é um dos grandes motivos da série ter se dado tão bem, pois parece que finalmente a atriz encontrou um bom papel a altura do seu talento. Sua atormentada agente Carrie é extremamente complexa e tira da atriz ótimos momentos, principalmente na sua obsessão pelo trabalho e o de uma certa doença que , até agora, não ficou muito claro para mim.

E a atriz não está sozinha, uma vez que a série tem uma força incrível na atuação dela e de seu suposto terrorista vivido de forma muito boa pelo ótimo

Entre Irmãos

Neste sobre a vida após as perdas da guerra o que mais merece destaque é a beleza e o talento incontestável da , a força do sempre imponente e o talento das pequenas Bailee Madison e Taylor Geare.

Quem lê a sinopse do imagina um interessante drama familiar, mas o acaba indo para o lado mais fácil onde tenta simplificar a dor da perda e tenta criar um romance, uma fuga de duas pessoas que, em minha opinião, nunca surge na tela.

Sinceramente eu não consegui sentir aquela paixão entre os personagens de Natalie Portman e Jake Gyllenhaal, não que os dois não tenham atuado bem, muito pelo contrário

Patton, Herói ou Rebelde?

Muito tempo atrás queria ver Patton e sempre acabava alugando outro no lugar, depois que um amigo comentou sobre o eu resolvi finalmente deixar dela uma implicância com o e aluguei, e ainda bem que aluguei.

Falar que Patton não é um filme de guerra comum é chover no molhado, falar que está absolutamente perfeito e dono do personagem também não seria novidade nenhuma, mas a verdade é que Patton é um dos maiores já premiados, e falar dele sem falar de George C. Scott é impossível.

O filme é baseado na história do general George S. Patton, que foi odiado e amado por muitos. Uma pessoa diferente, que sabia o que queria, quem era e o que poderia fazer. Uma pessoa que antes

Trailer: The Debt

O diretor John Madden volta ao após 2 anos com o The Debt (A Dívida), uma regravação do filme israelense Ha-Hov (2007) de , que infelizmente não tenho notícias de ter chegado por aqui. (pelo site do IMDb o filme só foi lançado no cinema em Israel, e na TV este ano na Alemanha e na Franca)

O filme conta a saga de 3 jovens israelenses que em 1965 são enviados para matar um criminoso de guerra

Um Ato de Liberdade

Um Ato de Liberdade é um bom , eu gostei, mas parece que faltou alguma coisa para ele ultrapassar a linha que separa os bons sobre a segunda guerra e se tornar um filme marcante, épico.

O filme tem tudo que um filme sobre a segunda guerra precisa, uma ótima história verídica, um elenco em grande desempenho e uma trilha sonora de se tirar o chapéu, mas o Edward Zwick não ousou na direção.

Fiquei com a impressão clara que ao mesmo tempo em que Daniel Craig, Leiv Schreiber e Jamie Bell se esforçavam e davam uma atuação surpreendente ao filme, o diretor não ousava

Oscar 2010: Vencedores

A cerimônia do Oscar foi bacana, um pouco lenta e com muitas propagandas, mas sem grandes surpresas, para mim apenas a vitória de , que apesar de ser apontado como um dos favoritos, eu achava que  era um filme mais forte e de presença, mas serve para o aprender a fazer cinema com os nossos vizinhos.

Alguns momentos bacanas foram: a dupla de apresentadores, não ter sido o grande vencedor, Kathryn Bigelow ser a primeira diretora a levar o Oscar, o Alec Baldwin falar da Tina Fey (belíssima por sinal), a maneira como foram apresentados os roteiros originais e adaptados, não ter todas as canções cantadas, apesar de ter tido umas dancinhas ridículas para apresentar melhor trilha sonora, a homenagem a

Oscar 2010: Melhor Ator

Jeff Bridges concorre ao seu quinto Oscar e nunca esteve tão perto de ganhar a estatueta por sua atuação mais que elogiada em Coração Louco, mas mesmo assim, com todo o favoritismo, com os prêmio que já recebeu pela atuação eu ainda acredito em uma disputa acirrada na categoria de Melhor Ator.

Jeff Bridges pode não ser conhecido do público mais novo, mas sempre foi um grande ator desde que sua atuação como Duane Jackson em A Última Sessão de Cinema, mas como todo grande ator fez escolhas erradas ali e aqui e agora retoma a grande forma na atuação de um decadente e alcoólatra cantor Country.

Mas como eu disse, apesar do favoritismo, Jeff Bridges tem concorrentes de peso, principalmente o veterano e sempre impressionante , que interpreta Nelson Mandela em . Assim como Bridges, Freeman chega a sua quinta indicação e pode sim levar a estatueta amanhã.

Um ator que gosto muito desde que o vi em , é Collin Firth, e o ator inglês aparece

Oscar 2010: Filme Estrangeiro

O está de fora da briga do Oscar 2010, uma vez que indicou o fraco Salve Geral para o prêmio, e também acredito que estaremos fora do ano que vem, pois cá entre nós, Lula, o Filho do Brasil, deverá ser o indicado deste ano, só isso e a campanha presidencial explicam a chegada do exatamente no primeiro dia do ano.

Deixando o Brasil de lado a Academia conseguiu eleger 5 filmes bem diferentes e que estão conseguindo elogios em todos os lugares. Como está virando regra no Oscar deste ano, não tive a oportunidade de ver muito dos filmes, mas obviamente tenho o meu preferido, A Fita Branca.

E não só por ter sido o único que eu assisti, mas por considerar

Guerra Ao Terror

hurt_lockerGuerra ao , apresar do péssimo nome que escolheram aqui no Brasil, é um grande filme, pois a diretora Kathryn Bigelow conseguiu com grande maestria construir um ambiente e hostil desde que o filme começa, aliás, a primeira cena do filme já é uma boa amostra do que o filme nos reserva nos minutos seguintes.

O filme não é muito complexo, resumidamente é a vida de 3 rapazes do esquadrão anti-bombas. Este é o núcleo central do filme e é na relação destes 3 personagens com o terror, com o medo e com a morte que a diretora constrói de forma perfeita todo o filme.

A maior qualidade de Kathryn Bigelow foi a de não querer fazer um épico, um filme gigantesco, quis relatar (praticamente sem um grande roteiro) o dia a dia destes soldados e como cada um enfrenta seus