Guardada as devidas proporções, Avatar provocou em mim a mesma reação que tive ao ver no cinema o primeiro Jurassic Park. A mesma fascinação que tive ao ver pela primeira vez os dinossauros de Steven Spielberg, eu tive ao ver o mundo de Pandora ali na tela.
Claro, os avanços do cinema entre 1993 e 2009 são imensos, no entanto sejam os quase jurássicos efeitos de Steven Spielberg ou nos novíssimos efeitos de James Cameron, nós voltamos a ser criança, nós voltamos a viver num mundo mágico. Através dos nossos olhos vivemos um mundo único e mágico que só o cinema é a capaz.
Se, lá em 1993, eu já fiquei de boca aberta, ontem eu só consegui trazer minha mente para realidade depois de 2 horas de filme, pois as imagens belíssimas, a fotografia impressionante, as cores vivas e dominantes, a tela IMAX e os efeitos 3D me envolveram por completo.
Avatar é uma experiência única do cinema! Avatar é um novo patamar Veja Mais… »
Quem me conhece sabe que filmes como 2012 não me atraem muito, mas acabei indo ver mais uma vez a Terra ser destruída no cinema, e se você esquecer roteiro e souber que qualquer pessoa comum pode dirigir como um Michael Schumacher com trailer ou limusine e que pilotar um avião é mais simples que andar de bicicleta, o filme diverte.
Então se você ainda não viu 2012 do diretor alemão Roland Emmerich, mas gosta de efeitos e de cenas gigantescas de destruição e de imagens fantásticas, aquele filme pipoca com tudo que tem de melhor, 2012 é a pedida certa e digo mais, é para se ver em tela grande e com um baita som de cinema.
O filme é grandioso e magnífico quando o assunto é ação, imagens absurdas, explosões Veja Mais… »
Bem, estou mais uma vez neste blog comentando, depois de um longo tempo.
Sim, claro que tinha que ser este filme, afinal ele me deixou curioso pelo fato de não haver a participação do James Cameron, seja como escritor, diretor ou produtor.
Bom, o filme foi o que eu esperava: mediano tendendo para ruim. Você, leitor, deve estar se perguntando por quê?
Bem, deveria ser uma seqüência dos três primeiros da série, e até é de um certo ponto. Porém, pela falta de uma ajudinha do seu real criador, o filme não foca tanto no John Connor, o até então, salvador da humanidade. É mesmo uma pena. É como se tivéssemos num filme do Batman a atenção focada no Alfred. Não é bem isto que você gostaria, certo? (Ok, pode até ser que eu esteja exagerando, por isso convido o leitor a assistir ao filme)
Mas ao menos achei algo interessante Veja Mais… »
Sinopse: Um terrível vírus incurável, criado pelo homem, dizimou a população de Nova York. Robert Neville é um cientista brilhante que, sem saber como, tornou-se imune ao vírus. Há 3 anos ele percorre a cidade enviando mensagens de rádio, na esperança de encontrar algum sobrevivente. Robert é sempre acompanhado por vítimas mutantes do vírus, que aguardam o momento certo para atacá-lo. Paralelamente ele realiza testes com seu próprio sangue, buscando encontrar um meio de reverter os efeitos do vírus. O filme é uma adaptação do romance de Richard Matheson e direção por Francis Lawrence (‘Constantine’). Título Original: I Am The Legend Gênero: Ação/Ficção Científica País: EUA Tempo de Duração: 101 minutos Lançamento no EUA: 14/12/2007 Lançamento no Brasil: 18/01/2008 Direção: Francis Lawrence Roteiro: Mark Protosevich e Akiva Goldsman, baseado em roteiro de John William Corrington e Joyce Hooper Corrington e em livro de Richard Matheson
Elenco: Will Smith (Robert Neville), Alice Braga (Anna), Salli Richardson (Ginny), Paradox Pollack (Alpha) e Charlie Tahan (Ethan). ___________________________ Sensacional! Fui ao cinema com um pé atrás, mas por adorar filmes que falam de um futuro negro, eu fui. O problema que eu não confiava em um filme quase monólogo, sendo que já achei cansativo o Náufrago, mas este tinha ficção científica, apesar de ser um tema um pouco batido de vírus que acaba com a humanidade e um homem é a chave para salvar a humanidade. Mesmo assim o filme prende atenção, faz você agarrar nervoso a poltrona do cinema, faz você torcer, quase gritar para o “Herói” do filme, faz você vibrar. Ou seja, um filme de ação/ficção como ele deve ser, mexendo com algo não real, mas que poderia ser real, e colocando muita ação. Até corrida de carros, nós tivemos. O ano de 2008 começou bem em matéria de ação, pois foi um filme show de bola.
Abraços, Alexandre Q. ___________________________ O filme surpreende, pois mesmo tendo uma história batida, aliás, muito batida, do homem que é a chave para salvar a humanidade do fim, ele prende atenção. Uma mistura de Náufrago, pois é um solitário em uma ilha, e a Noite dos Mortos Vivos, pois os humanos se tornaram uma espécie de Zumbis, o filme consegue por ação e uma história interessante, que faz, como disse o Alexandre, a gente torcer pelo melhor fim do personagem de Will Smith. O grande problema do filme é o final, cai completamente à qualidade do filme e que, para mim, deixa um ar de que precisou terminar para não se alongar, ou seja, dá uma impressão que o estúdio ou distribuidora pediu para cortar alguma parte do filme para que ele fosse mais curto. Se não fosse o fim, meio corrido, meio jogado na tela do cinema, seria um filme de ação perfeito, mas o fim deixou a desejar e muito. Mas isso não é motivo para não ver o filme, pois, cá entre nós, existem milhares de filmes assim, e mesmo assim a gente continua vendo. Até, André C. Reveja Náufrago com Tom Hanks! Compre no Submarino! Ou se espante com a Noite dos Mortos Vivos! Compre no Submarino!
Sinopse: Espanha, 1944. Oficialmente a Guerra Civil já terminou, mas um grupo de rebeldes ainda luta nas montanhas ao norte de Navarra. Ofelia (Ivana Baquero), de 10 anos, muda-se para a região com sua mãe, Carmen (Ariadna Gil). Lá as espera seu novo padrasto, um oficial fascista que luta para exterminar os guerrilheiros da localidade. Solitária, a menina logo descobre a amizade de Mercedes (Maribel Verdú), jovem cozinheira da casa, que serve de contato secreto dos rebeldes. Além disso, em seus passeios pelo jardim da imensa mansão em que moram, Ofelia descobre um labirinto que faz com que todo um mundo de fantasias se abra, trazendo consequências para todos à sua volta. Título Original: El Laberinto del Fauno Gênero: Suspense/Fantasia País: México Tempo de Duração: 112 minutos Lançamento no EUA: 10/2006 Lançamento Brasil: 09/2006 Direção: Guillermo del Toro Roteiro: Guillermo del Toro
Elenco: Ivana Baquero (Ofelia), Doug Jones (Fauno / Homem pálido), Sergi López (Capitão Vidal), Ariadna Gil (Carmen), Maribel Verdú (Mercedes), Álex Angulo (Médico), Roger Casamajor (Pedro), César Vea (Serrano), Federico Luppi (Casares) e Manolo Solo (Garcés). ___________________________ O filme me lembrou muito o Ano Que Meus Pais Saíram de Férias, sei que deveria ser ao contrário já que a produção brasileira é mais nova que a mexicana, mas acabei vendo o filme brasileiro antes. O filme mistura muito bem a magia, a fantasia com a realidade e mostra como a mente de uma criança é capaz de criar um mundo paralelo para não sofrer na vida real. Aqui não é o futebol, não é a Copa do Mundo que faz a criança viver fora da realidade, mas sim um mundo de conto de fadas. O filme pode ser um pouco longo, ficar cansativo e ter algumas cenas de violência exageradas, mas não tira a pureza e a magia do conto de fadas criado por Ofélia, fazendo que todos que assistem cheguem a acreditar que aquilo tudo é a mais pura verdade. Vale lembrar que a maquiagem está perfeita, por isso o Oscar para este filme.
Até, André C. ___________________________ No primeiro filme, no nosso novo endereço, eu vou ter que ir totalmente contra o André. Achei um filme infantil demais, porém a violência poderia assustar crianças mais novas, ou seja, um filme que não soube se queria ser para adulto ou para crianças. Chegou uma hora que eu queria parar de assistir, pois se tornou repetitivo, cansativo e a aquele conto de fadas da menina perder totalmente o sentido, quando parecia que o Fauno não era confiável, pensei até que o Fauno representava o Capitão no mundo da menina, ele deu a volta e voltou a ser confiável. Esperava bem mais e vi apenas um filme fraco. E já que o André comentou sobre o Ano Que Meus Pais Saíram de Férias, vou ver para discutirmos aqui.
Abraços, Alexandre Q.
Sinopse: Cris Johnson (Nicolas Cage) é um mágico de Las Vegas que possui o dom de prever alguns minutos do futuro próximo. Esta habilidade o ajuda em seu trabalho e também nas mesas de blackjack dos cassinos, onde consegue uma boa quantia. A agente Callie Ferris (Julianne Moore) o procura para que a ajude a impedir um ataque terrorista em Los Angeles.
Título Original: NextGênero: Aventura/FicçãoTempo de Duração: 96 minutosAno de Lançamento (EUA): 2007Direção: Lee TamahoriRoteiro: Gary Goldman, Jonathan Hensleigh e Paul Bernbaum, baseado em estória de Gary Goldman e em livro de Philip K. Dick
Elenco: Nicolas Cage (Cris Johnson), Julianne Moore (Agente Callie Ferris), Jessica Biel (Elizabeth “Liz” Cooper), Thomas Kretschmann (Sr. Smith) e Troy Kittles (Agente Cavanaugh).___________________________A idéia do filme é boa e o roteiro é bem trabalho, pois brinca e muito com o fato do personagem de Cage conseguir ver 2 minutos à frente.Porém, o filme exagera um pouco naquela ação meio americana demais em alguns momentos, principalmente no ponto alto do filme, quando Cage precisa ajudar a policial Julianne Moore.O filme diz para que veio, diverte no melhor estilo Aventura e Ficção combinados. Não espere muito o filme, ele resume-se a isso: uma boa premissa para muita ação.O único ponto fraco do filme é que Nicolas Cage parece que estar brincando de atuar, parece meio perdido e alienado.O ponto alto é a belíssima Jessica Biel, que tem um papel pequeno, mas importante.
Até,André C.___________________________Um filmão de aventura e ficção.O que você faria se pudesse enxergar 2 minutos na frente todos os acontecimentos da sua vida?A parte do restaurante é muito boa, quem não gostaira de testar suas cantadas antes de realmente chegar na gata do filme. Jessica Biel não é uma Alba, mas é Jessica.Entenderam? Eu também não.Concordo que o Nicolas Cage parece meio bobão demais no filme, mas achei o final e algumas sacadas do filme muito boa.
Abraços,Alexandre Q.
Você concorda com a vitória de Guerra Ao Terror?
Total Voters: 16