Baseado no programa de rádio, que virou programa de TV e então um best-seller do escritor Douglas Adams o filme mistura ficção científica, humor e sátira política e social que só os ingleses sabem fazer.
Assim sendo, com um humor que lembra o pessoal do Monty Python, o Guia do Mochileiro da Galáxia é no mínimo um filme curioso e que nos reserva algumas boas risadas devido ao seu jeito descompromissado em se fazer piada.
Como não li o livro e também nunca fui muito fã de Monty Python (ainda quero rever A Vida de Brian e Em Busca do Cálice Sagrado), demorei em me empolgar com o filme, aliás, empolgar é uma palavra muito forte, o que cai melhor aqui é que eu demorei em relaxar e curtir o estilo do filme.
Para mim, o melhor do filme Veja mais… »
Peguei este filme por engano e só reparei quando o DVD chegou em casa, mas mesmo assim arrisquei ver. A decepção foi maior do que eu tive ao ver que não era o filme que eu queria, o filme é fraco e sonolento, e que tenta passar uma mensagem bonita no final.
Sem atores carismáticos, sem um roteiro que te prenda e sem nunca empolgar o filme vai melancolicamente do seu início até o final sem nada que se aproveite, nem a trilha, nem atuações, simplesmente nada.
Freddie Prinze Jr. surgiu como uma promessa, infelizmente mais por ser um rostinho bonitinho e do que pelo seu talento, que aqui, mais uma vez, fica a desejar. O ator é indiferente nos vários momentos que seu Veja mais… »
Simplesmente Complicado é um daqueles filmes que te agradam do início ao fim de uma forma, desculpem-me, nada complicada.
Complicado mesmo é falar do elenco em total sintonia, todos perfeitos em seus papéis e seria covardia destacar um ou outro entre os três grandes nomes do elenco! Todos estão magníficos.
O bom de você ver dois filmes de Meryl Streep com poucos dias de folga (vi Julie & Julia estes dias) é que você percebe porque ela é um ícone, uma deusa, uma dama do cinema, uma atriz incomparável. A luz que ela irradia, a alegria e o talento não só conquistam os dois apaixonados do filme, como a platéia. Mais uma vez Veja mais… »
Amar… Não Tem Preço seria aquela comédia romântica preferida de muita gente, pois o filme tem tudo que a receita pede: um casal com boa química, muito açúcar e pouca água, um apaixonado ingênuo, uma vilã doce, um amor possível e um final previsível. Mas por ser um filme francês acaba esquecido, uma vez que a maioria do acha que cinema francês é chato, parado e muito cabeça. Aqui vemos uma boa, divertida e prazerosa comédia.
Seguindo a receitinha do início deste post e utilizando-se muito bem da fotografia e dos belos e charmosos lugares da Riviera Francesa, o diretor Pierre Salvadori constrói um filme extremamente simpático, bem feito e com um charme sexy sedutor que só o cinema francês consegue produzir.
Além do diretor, que não quis construir a melhor comédia do gênero, o elenco principal está em perfeita sintonia Veja mais… »
Julie & Julia é um filme bem comum, que seria apenas um filme sobre comidas se não fosse a presença maravilhosa das duas atrizes. Com Julie & Julia eu descobri que adoro o jeito gostoso de atuar de Amy Adams, mas por mais que tenha a doçura de Amy, tem a força, a qualidade, da incansável Meryl Streep. Adoro Amy Adams, mas amo a Meryl Streep.
Em épocas diferentes vamos conhecendo Julia Child (Streep) e Julie Powell (Adams), mulheres de épocas bem diferentes, mas que buscam o seu lugar ao sol e que querem um algo mais da vida, e encontram isso no prazer de comer/cozinhar/escrever. A primeira precisa vencer a desconfiança dos franceses e a segunda mostrar que não é uma derrotada aos 30 anos.
Com muita graça, mas sem nunca empolgar quem assiste, Julie & Julia é um filme certinho, com início, meio e fim, tudo muito bem feito e seguindo o padrão dos filmes escritos pela roteirista Veja mais… »
A Mente que Mente é um filme agradável em todo o seu desenrolar, e isso acontece porque o filme mistura drama sem ser apelativo ao choro, comédia sem cair no forçado e em seu final é um filme humano e muito interessante sobre a luta não só pela fama, mas de se sentir vivo fazendo o que gosta.
O escritor e diretor Sean McGinly conseguiu fazer um filme agradável e que muito me lembrou o filme francês com Gérard Depardieu, Quando Estou Amando. Se lá o filme falou sobre amor de um homem pela sua arte, pela sua música e Gérard deu um show, aqui o filme troca a música, pela mágica e quem dá um show é o excêntrico John Malkovich.
O filme é uma aula de atuação de John Malkovich, pois ele Veja mais… »
Depois de um longo tempo consegui ver Se Beber, Não Case! uma das maiores surpresas do ano passado com direito a levar um Globo de Ouro de melhor filme Musical/Comédia, porém eu achei apenas uma boa comédia.
Tirando alguns exageros, como continuar com uma viatura roubada mesmo sóbrio, o filme consegue nos apresentar boas piadas, aliás, piadas que vão da mais pura inteligência até algumas de mau gosto. Isso é alcançado, uma vez que roteiro une do famoso ditado de que o que acontece em Vegas, fica em Vegas, com 4 homens completamente diferentes (imaturo, reprimido, “pau mandado”, alienado, etc). Assim sendo o filme consegue para agradar homens, mulheres, jovens e idosos.
Talvez o grande trunfo de Se Beber, Não Case! é abordar um tema que aconteceu ou Veja mais… »
Encontro de Casais vem sendo duramente criticado nas maiorias dos blogs, revistas, jornais e tudo que fala do cinema, mas este blogueiro viu algumas qualidades no filme, mas concorda em muitas críticas por aí.
O filme não é de todo ruim, uma vez que, até certo momento as piadas são inteligentes e adultas, até com um certo humor negro, porém parece que para tentar manter a risada nos espectadores ou por falta de confiança no que o filme poderia provocar nos seus longos 113 minutos, os roteiristas (Vince Vaughn, Dana Fox e Jon Favreau) resolvem baixar o nível e apostar em piadas mais chulas e de baixo nível, esquecendo o bom gosto e a inteligência Veja mais… »
Falando Grego é o quarto filme que abriu 2010, e é justamente o filme que não é um grande filme, mas tem momentos que diverte.
E Nia Vardalos que me desculpe, mas quem rouba a cena do filme, em minha modesta opinião, é o grande Richard Dreyfuss, simplesmente ótimo. Talvez se não fosse ele, em altíssimo astral, o filme fosse bem mais comum do que ele já e
Claro, que a estrela do filme é Nia Vardalos, mas sua personagem meio que se perde, ou melhor, nós que praticamente perdemos interesse nela. Georgia não é aquele personagem que você torce e vibra com ela, até por Veja mais… »
Depois de muito tempo eu acabei assistindo A Proposta. Acabei demorando pois tinha certeza que era mais uma comédia romântica sem nada de novo, sinceramente eu estava certo, mas mesmo assim o filme vale a pena por causa da excelente e gostosa atuação de Sandra Bullock.
Aliás, o filme todo vale pela beleza dominante de Bullock e a maneira natural como ela esta no papel. E apesar de ser um filme previsível, todos que assistem passam a torcer pelo casal, pois mesmo durona, mesmo como uma chefe chata e mandona, Sandra Bullock nos encanta e nos faz simpatizar mais com ela do que com o assistente coitadinho dela.
Não sou muito fã do trabalho de Ryan Reynolds, pois Veja mais… »