Qual é a melhor coisa de Salt?!
Fácil de responder, é Angelina Jolie, e porque é Angelina Jolie?
Esta é ainda mais fácil de responder, pois além de ser belíssima loira, morena, cabelo curto, de gorro, correndo, apanhando, socando… Apenas Angelina Jolie poderia fazer Salt, sem ela Salt seria um filme comum ou que nem deveria sair do papel.
É impressionante ver como Angelina Jolie se sente bem, livre, leve e solta em personagens de ação, e falo com toda a certeza de que esta não foi a última vez que ela procurou um filme assim, ou melhor, além de achar que ela volta para o gênero, acho que Salt não Veja mais… »
Achei que seria fácil falar sobre A Origem, mas infelizmente não é e olho para o PC e a tela fica em branco, branco e nada sai, pois existem dois problemas para escrever sobre A Origem, o primeiro é não se empolgar demais com um dos grandes filmes dos últimos tempos e tornar o post gigante e cansativo, e o outro é não fazer um post tão curto que não represente o tamanho e a complexidade por trás do filme.
De qualquer maneira terei que ser injusto com Ken Watanabe, Joseph Gordon-Levitt, Marion Cotillard, Cillian Murphy, Pete Postlethwaite, Tom Berenger, Michael Caine e Ellen Page, pois a melhor forma de falar de A Origem é falar sobre o diretor Christopher Nolan e do astro Leonardo diCaprio.
Os dois em total sintonia fazem a experiência de assistir A Origem em algo único e que será complicado algum filme bater neste ano de 2010 ou até Veja mais… »
É impressionante como uma boa idéia pode sumir em questão de segundos com um roteiro cheio de clichês, se você não acredita e quiser comprovar, você pode assistir Distrito 9.
O filme do pupilo de Peter Jackson, Neill Blomkamp, começa bem e apesar dos comparativos com o Soweto e o Apartheid, já que o filme passa em Joanesburgo, a idéia é muito interessante, de como a humanidade reagiria se ETs moribundos chegassem até aqui. Deixá-los-íamos para morrer? Daríamo-los um local decente para viver? Exploraríamos como escravos? O que faríamos?!
No filme a humanidade, através de uma falsa ONU, resolveu dar cuidados para eles e deixá-los em um local Veja mais… »
Sendo sincero não esperava muito de O Livro de Eli, o que fez com que minha decepção não fosse tão grande com a péssima mistura de Mad Max com Eu Sou a Lenda. Infelizmente nem todo o esforço de Denzel Washington faz com que o filme tenha alguma qualidade.
Ops, estou sendo injusto, a qualidade sonora é muito boa, principalmente nos momentos de ação do filme, que são bacanas e bem feitos, mas mesmo assim com muita cara de que foram ensaiados e re-ensaiados, mas para quem gosta de alguma pancadaria, elas tem qualidade.
Durante as duas longas horas seguimos o caminho de Eli que tem que proteger um livro Veja mais… »
Outro filme que praticamente não tem absolutamente nada para se aproveitar é O Cartel, com os astros do passado Ray Liotta e Andy Garcia.
O grande problema do filme é que ele tenta ser uma crítica a atuação do governo americano no tráfico de drogas na cidade mexicana de Tijuana. Também tenta mostrar como funcionam as famílias que atuam no tráfico daquela região. Também tenta falar um pouco do medo americano com os terroristas. Ainda tenta ser um filme de ação com conteúdo. Isso mesmo, o filme só tenta, mas não consegue realizar nenhum dos objetivos e passa a ser um filme confuso e fraco.
Por não tratar a fundo nenhum dos temas e exagerar demais nos Veja mais… »
Quem me conhece sabe que filmes como 2012 não me atraem muito, mas acabei indo ver mais uma vez a Terra ser destruída no cinema, e se você esquecer roteiro e souber que qualquer pessoa comum pode dirigir como um Michael Schumacher com trailer ou limusine e que pilotar um avião é mais simples que andar de bicicleta, o filme diverte.
Então se você ainda não viu 2012 do diretor alemão Roland Emmerich, mas gosta de efeitos e de cenas gigantescas de destruição e de imagens fantásticas, aquele filme pipoca com tudo que tem de melhor, 2012 é a pedida certa e digo mais, é para se ver em tela grande e com um baita som de cinema.
O filme é grandioso e magnífico quando o assunto é ação, imagens absurdas, explosões Veja mais… »
Não vou colocar o filme no grupo daqueles filmes que eu não recomendo, pois com certeza tem muita gente que gostou e até porque não achei o filme tão ruim assim, pois tem uma boa ação, um suspense razoável e tem a beleza da atriz Michelle Monaghan (Beijos e Tiros).
O filme bebe um pouco na fama de Shia LaBeouf (Transformers) como astro de filmes de ação e por isso mesmo o roteiro e o diretor não poupam cenas de ação com o ator. Algumas cenas de ação até são bacanas e outras são apenas forçadas para colocar o herói e a mocinha correndo. Aliás, recomendo ver o filme com o som bem alto, pois as cenas usam bastante as 5 caixas de som do home teater.
E justamente por querer jogar ação demais na tela que o filme Veja mais… »
Mais uma vez demorei a postar comentários no site. Achei melhor então assistir a este filme para voltar.
Aproveitei que o Cinemark Barigüi de Curitiba tem a Promoção Família e nos domingos me beneficio de pagar R$ 7,00 pelo ingresso inteiro até as 13h55min.
Bom, vamos ao filme. É um filme de gângsters, mas não tão tenso quanto Estrada Para a Perdição. Não há tantas cenas de tiroteio e tal. (Já imagino o Quaqua comentando).
Mas gostei do filme pelo fato de mostar como seriam as negociações Veja mais… »
O grande problema de Rede de Mentiras é que o público espera um filme que vai criticar ou talvez cutucar os erros da política americana e da sua guerra contra o terror, porém, em Rede de Mentiras até temos um pouco disso, mas o que temos é ação, muita ação.
Ridley Scott até toca em alguns pontos da ferida, como a necessidade de que CIA e o governo americano de mostrar resultados, criando situações que levem o povo e a imprensa a acreditar que a grana e o tempo investido não estão sendo jogados no lixo.
Outro ponto que ele toca é que alguns agentes poderosos da CIA Veja mais… »
Sem medo de errar eu falo que Duplicidade é um dos filmes mais agradáveis, charmosos e gostosos de se ver em 2009. Principalmente pela dupla principal, pelo roteiro e pela direção dinâmica.
Com um ar meio de Onze Homens e Um Destino, o filme é muito dinâmico, inteligente, engraçado e, como já disse, charmoso. O roteiro é inteligente e cheio de diálogos interessantíssimos, rápidos e precisos.
A atuação de Julia Roberts e Clive Owen é impressionante, pela naturalidade, empatia e química. Os dois estão fortes, radiantes e dominam completamente a tela. Com eles, em completa forma, o filme ganha força, e ganha Veja mais… »