Depois de um longo tempo eu assisti ao O Homem do Futuro e o que concluo que é uma boa ficção com pitadas de comédia romântica sustentadas por um ator que cada vez mais vem mostrando ser polivalente, uma vez que aqui Wagner Moura faz 3 personagens completamente diferentes de uma forma que até irrita, pois parece que ele nem se esforça para fazer o seu trabalho tão bem como o faz.
Cláudio Torres faz uma clara homenagem ao filme que fala sobre viagens do tempo que mais marcou a minha geração, De Volta Para o Futuro, a volta para os tempos de colégio, música no palco, festa da turma e até aquela coisa toda de sumir quando se muda o passado, aliás, o roteirista não quis inovar, mas mesmo assim construiu um filme inteligente, pois criou 3 personagens diferentes e teve um ator que fez o que quis com eles.
O grande trunfo de O Homem do Futuro é Wagner Moura, simplesmente espetacular, conseguiu ser um







Linha de Passe é mais do que um gol de placa em um contra-ataque belíssimo com a bola indo de pé em pé, Linha de Passe é a partida perfeita, de um time perfeito e bem entrosado. O time, neste caso, é todo o elenco, roteiristas e diretores. Todos perfeitos, todos jogando por música e entrosados.



