Eles estão voltando…
Daqui quase um mês, dia 24 de Junho, Sookie (Anna Paquin) e companhia voltam para a tela da HBO para
Eles estão voltando…
Daqui quase um mês, dia 24 de Junho, Sookie (Anna Paquin) e companhia voltam para a tela da HBO para
E a segunda temporada de Shameless chegou ao seu final, se eu disse aqui algum tempo atrás que a série ainda não havia empolgado na segunda temporada, isso mudou completamente do meio para o fim, quando os Gallaghers voltaram a viver dramas incríveis, mas sempre superando com muito humor e união. E nesta temporada a série ainda reservou atuações belíssimas de Emmy Rossum (Fiona Gallagher), Joan Cusack (Sheila Jackson) e, principalmente, da pequena Emma Kenney (Debbie Gallagher).
Emmy Rossum ainda é o nome da série, assim como na primeira temporada, sua Fiona é o grande nome da família, trabalhando em dois turnos, cuidando dos irmãos e deixando a vida dela mesmo de lado, porém vimos nesta temporada que lá no fundo Fiona quer mais para ela, e o seriado ganhou muito neste momento, quando Fiona percebeu que estava deixando
The Killing na sua primeira temporada nunca foi uma série de ação, uma série rápida e cheia de efeitos especiais, aliás, a série é exatamente o oposto, é lenta, escura, pesada e as ações dela são precisas e que provocam reviravoltas, mas sem nunca tirar você da cadeira, parece tudo metodicamente calculado, e o início desta temporada começou da mesma forma.
A série continua seguindo dia a dia a investigação do assassinato de Rosie Larsen, continua chovendo e a detetive principal Sarah Linden (Mireille Enos) ainda parece que usa a mesma roupa todos os dias, e não sabe o que quer da vida, pois vive indo de hotel em hotel com o filho, porém do jeito lento, The Killing já deixou pistas de que Linden terá muitos problemas pela frente, pois a morte de Rosie Larsen está longe de uma solução e pior que isso, neste começo de temporada os roteiristas já dão mostras de que existe algo muito maior por trás do assassinato de uma menina que ganhava um dinheiro encontrando-se com caras ricos.
O problema é que The Killing, além de uma certa lentidão exagerada, é que está colocando tanta informação que tem horas
Ela está de volta, Laura Linney voltou com sua incrível Cathy Jamison na terceira temporada de The Big C, uma das melhores e mais bacanas séries da TV, que mistura drama, comédia e muito humor negro, mas para este fã da série, o primeiro episódio da terceira temporada foi uma decepção completa, e desde já começa a torcida para que tudo melhore e a série volte ao seu bom nível de sempre.
Se você ainda não viu a estréia da terceira temporada da série é bom parar de ler por aqui, pois para comentar esta minha indignação eu terei que cometer Spolier, pois a série teve um final super bacana na segunda temporada, e daí resolveram tudo de um jeito muito estranho, para não dizer fácil. Então no pŕoximo parágrafo tem Spolier.
No final da temporada passada tivemos uma surpresa,
Finalmente no fim das minhas férias vi os últimos episódios de Homeland, e tenho certeza que foi uma temporada, ou melhor, uma estréia de série para deixar lembranças, pois a série foi toda bem feita e não perdeu nunca o seu caminho até o episódio final.
Claro que uma série não consegue manter 12 episódios em altíssimo nível como Homeland foi nos seus primeiros episódios, tivemos altos e baixos e algumas coisas que ficaram meio perdidas no tempo, porém é uma mais fácil você criar uma série envolvente, com episódios tensos e com um roteiro muito mais coeso quando se têm 12 episódios e isso Homeland teve de sobra, mesmo que alguns achem que o final tenha sido uma maneira fácil de resolver tudo.
Talvez se você não tenha visto o episódio final de Homeland, é melhor parar agora, pois com toda certeza irei cometer spoliers daqui para frente.
Como disse acima vi muita gente falando que o último episódio acabou resolvendo as coisas de uma forma muito simples,
No meu último post sobre The Walking Dead, lá em novembro de 2011, falei que a série tinha conseguido pegar um caminho mais complicado, invés de querer dar sustos baratos e usar os zumbis para arrepiar os telespectadores, a série preferiu tratar de um assunto um pouco mais psicológico, onde tentava colocar o telespectador frente a frente com seus sentimentos, sentimentos este que podem ser do mais completo amor até o mais animalesco na luta pela vida.
E realmente a série manteve este foco, os zumbis continuam lá, mas a série coloca seus personagens em situações onde a humanidade que resta neles entra em confronto pela sobrevivência, a lei do mais forte começa a prevalecer, pois o importante é criar grupos fortes e que lutem pela vida, mas e dentro do próprio grupo? E foi exatamente isso que vimos nesta segunda parte da série, agora em 2012, além de colocar os personagens em momentos tensos de vida e morte, os roteiristas criaram este desafio, estas perguntas dentro do próprio grupo.
Dois personagens, ou melhor, três personagens foram o grande foco nesta luta entre razão, sobrevivência, guerra e paz. Enquanto Rick (Andrew Lincoln) fica em cima do muro entre o certo e errado e tem um conflito com sua humanidade, em
Quando comecei a ver o seriado New Girl no ano passado questionei aqui no blog se Zoeey Deschanel teria força para manter a série no ar, pois se tratava de uma série simples, um pouco batida e que apoiava-se só na força cômica da bela atriz, mas depois de mais da metade da primeira temporada concluo que New Girl é uma grata surpresa da TV americana e não uma série apenas de um nome.
Zoeey Deschanel ainda é a maior força da série, mas agora ela possui aos seu lado personagens que ganharam conteúdo, forma e bom atores interpretando, ajudando a tirar das costas da atriz todo o peso da série, o que fez com que a série ficasse mais natural e muito mais interessante.
O grande trunfo para New Girl é que os roteiristas conseguiram pegar os outros 3 moradores do apartamento, Max Greenfield (Schmidt),
Um dos detaques das séries que acompanhei em 2011 foi Shameless, principalmente pelo humor negro e por acompanhar uma família que tentava de tudo para sobreviver, mas talvez o que mais me atraiu na série foi o belíssimo elenco.
Encabeçado pelo ótimo William H. Macy e Emmy Rossum, além de contar com a presença da polivalente Joan Cusack, todo o elenco se superava em criar uma família bem diferente daqueles que vemos nas séries de TV Americana. Cada ator dominou muito bem o seu personagem e vez da série uma divertida comédia com muito humor negro e dramas familiares dos mais variados.
A nova temporada começou, e o elenco continua afinado, dando mais destaque a Joan Cusack, que parece que vai deixar sua fobia de lado e a pequena, mas já talentosa
Esperei a Warner e assisti a tão esperada Alcatraz. A série chega com um status que chama atenção, tanto na produção, no elenco e na propaganda que foi feita em torno dela. A série estreou no EUA com grande público e já aparece como uma das possíveis sensações de 2012.
Porém este viciado em séries de TV não consegui ficar empolgado com as primeiras impressões da série, pois vi uma mistura de The 4400 com Haven, pitadas de Fringe e obviamente Lost. Antes que me condenem vou tentar explicar os motivos de não ter ficado empolgado e também o porque darei uma chance a série.
É inevitável a comparação ao The 4400, série que empolgou no início, mexeu com a imaginação, viciou e que
Comecei a ver Homeland totalmente sem querer no domingo passado, e então lembrei que ela estava na lista do Globo de Ouro, onde acabou sendo premiada como melhor série dramática e melhor atriz em série dramática para Claire Danes.
Aliás, Claire Danes é um dos grandes motivos da série ter se dado tão bem, pois parece que finalmente a atriz encontrou um bom papel a altura do seu talento. Sua atormentada agente Carrie é extremamente complexa e tira da atriz ótimos momentos, principalmente na sua obsessão pelo trabalho e o medo de uma certa doença que , até agora, não ficou muito claro para mim.
E a atriz não está sozinha, uma vez que a série tem uma força incrível na atuação dela e de seu suposto terrorista vivido de forma muito boa pelo ótimo