A Espiã (Zwartboek )

A Espiã (Zwartboek )

espiaSinopse: 2ª Guerra Mundial. Rachel Stein é uma linda cantora judia, que está escondida. Quando o local em que está é destruído por um bombardeio ela e um grupo de judeus decidem atravessar Biesbosch para chegar ao sul da Holanda, que já está livre da ocupação nazista. Entretanto o barco deles é interceptado por uma patrulha alemã, que mata todos a bordo com exceção de Rachel. A partir de então ela se une à resistência, adotando o nome de Ellis de Vries. Notando o interesse de um oficial alemão, ela se aproxima dele e consegue um trabalho. Enquanto isso a resistência elabora um plano para libertar um grupo de prisioneiros, onde a participação de Ellis será fundamental.

Título Original: Zwartboek
Gênero
: Drama/Guerra
País: Holanda/Alemanha/Bélgica
Tempo de Duração: 145 minutos
Lançamento na Holanda: 12/09/2006
Lançamento na Alemanha: 10/05/2007
Direção: Paul Verhoeven
Roteiro
: Gerard Soeteman e Paul Verhoeven

Elenco: Carice van Houten (Rachel Stein / Ellis de Vries), Sebastian Koch (Ludwig Müntze), Thom Hoffman (Hans Akkermans), Halina Reijn (Ronnie), Waldemar Kobus (Günther Franken), Derek de Lint (Gerben Kuipers), Christian Berkel (General Käutner), Peter Blok (Van Gein) e Michiel Huisman (Rob).

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Adoro filmes sobre a Segunda Guerra, apesar do holocausto estar muito manjado, tento ver o máximo que posso sobre o tema, porém neste filme parece que falta alguma coisa, a guerra.
OK! É um filme baseado em histórias verdadeiras, porém parece um filme de guerrilha e nada mais, passei boa parte do filme esperando Guerra, cenas vibrantes e algo fantástico, porém o filme se resume a espionagem e traição durante a guerra.
Esperava bem mais, mas vale a curiosidade de um filme holandês sobre a ocupação daquele país.

Abraços,
Alexandre Q.
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O diretor Paul Verhoeven, depois de alguns erros, consegue fazer um filme diferente e intimista sobre a resistência holandesa. E eu gostei muito do filme, principalmente da atuação verdadeira e forte da atriz Carice van Houten, a espiã do título.
O filme, como disse o Alexandre, não fica preso na guerra,com cenas marcantes de duelos e combates, mas sim no ambiente interno dos Nazistas e das resistências, e que mostra claramente como algumas pessoas ficavam ricas vendendo informações e roubando. Um filme que mostra de tudo: as traições dentro dos nazistas e das resistências, a hipocrisia do povo pós-guerra e a luta pela sobrevivência de todos. Em um momento do filme, perguntam para Rachel Stein  (Carice van Houten) se ela é capaz de tudo para sobreviver… Mostrando claramente que mesmo com os ideais corrompidos as pessoas queriam sobreviver e lutar pela liberdade.
Um bom filme, mais uma ótima visão da Guerra que enche as telas do cinema e os livros, mas que sempre tem um algo a mais para contar.

Até,
André

O Roberto Queiroz também já viu, clique e acesse a opinião dele no Claquete: Revista virtual de cinema

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