Acabei de chegar do cinema e sei que preciso rever Cisne Negro, primeiro porque em Curitiba tem gente que prefere conversar e fazer da sala do cinema a praça de alimentação comendo de tudo que possa imaginar, de Cheetos a Big Mac.
Mas o outro motivo é que realmente importa, é que Cisne Negro é um drama psicológico extremamente envolvente, duro e selvagem. Onde a direção dominante de Darren Aronofsky e a atuação exuberante, obcecada e perfeita de Natalie Portman, já o fazem um dos favoritos a melhor filme em 2011.
Quem acompanha este blog sabe a minha real admiração por O Lutador, e seria muito fácil eu comparar O Cisne Negro com O Lutador, mas ao fazer isso eu seria injusto com dois, pois os dois são excelentes trabalhos de um diretor que gosta entrar profundamente na mente do ser humano, enquanto um queria se manter vivo fazendo o que amava, no outro o amor pelo que faz fica em segundo plano quando se busca a perfeição doentia.
Desde a primeira cena de Cisne Negro já sabemos que o Darren Aronofsky vai nos sufocar, vai nos levar



O 

