Quem me conhece sabe que sou um apaixonado pelo blues e principalmente por uma guitarra bem tocada, aliás, já demonstrei um pouco deste interesse nas linhas deste humilde blog quando falei do espetacular Jeff Beck no seu Ronnie Scott’s Jazz Club.
Infelizmente não saí com o dom para tocar guitarra, até tentei começar no violão, mas não evoluí mais do que um Do-Re-Mi. Este dom até me faz falta quando jogo Guitar Hero. Ok?! Guitar Hero não é guitarra de verdade, mas é o mais próximo que tenho de me imaginar como guitarrista, mas mesmo assim estou anos luz de muita gente por aí.
Sempre gostei de guitarristas (alguns são Deuses da guitarra) e, em alguns casos, basta um acorde destes guitarristas para que você saiba quem está dedilhando a guitarra, como por exemplo, é impossível você não reconhecer e diferenciar guitarras como do Eric “God” Clapton, B.B. King e Jeff Healey. Como naquele programa do Silvio Santos, basta apenas uma nota.
E hoje, pela primeira vez, tomei conhecimento do documentário A Todo Volume (It Might Get Loud) que segue a magia