True Blood e a Sociedade do Sol

True Blood e a Sociedade do Sol

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Como já disse anteriormente, sobre a volta dos vampiros de True Blood, a série continua a mesma de sempre, meio tosca, jeitão de filme B, mas preciso dizer que a temporada está um pouco mais fraca que a primeira.

Antes que me xinguem, ainda continuo fiel a série e não acho a temporada fraca, por isso quero deixar as comparações de lado, mas citar que o que prejudica são as muitas histórias paralelas e chega um momento que os vampiros e Sookie (Anna Paquin) praticamente passaram a ser coadjuvantes de sua própria série.

Das histórias em paralelo, gosto muito da tensão sexy que rola entre a “pastora” Sarah Newlin (Anna Camp) e o novo aprendiz de pastor, o meio tonto, Jason Stackhouse (Ryan Kwanten). A maneira sedutora que a pastora trata seu novo protegido e como ambos se iludem com a Luz do Senhor e a Sociedade do Sol. Aliás, este ponto, além da alta sensualidade entre os dois, é muito bacana, uma vez que é uma crítica clara as pessoas que levam a religião tão a sério e ao extremo, que chegam a violência total. É claro que a Sociedade do Sol é mais que algo de Deus, e sim uma máquina de guerra que suga o sangue de todos que fazem parte dela. Grande sacada de Alan Ball.

Outras que eu gosto muito é a da Jéssica (Deborah Ann Woll), sua adolescente vampiresca é hilária e a de Maryann (Michelle Forbes), pois o mistério por trás dela é muito bacana: Ela é do bem? É do mal? É uma deusa? É uma bruxa?

Bem, algumas histórias estão meio chatas, a de Tara (Rutina Wesley), por exemplo. Tem momentos que Tara parece não ter lugar na série, e como ela foi importante na primeira temporada, agora parece que ela tem que estar ali porque não existe um fim para ela. E sinceramente, até para Maryann parece que Tara não faz diferença mais, pois Maryann já mostrou que tem o seu lugar na série, independente do futuro de Tara. Maryann veio para ficar, ainda bem!

E Sookie (Anna Paquin) e Bill (Stephen Moyer) ficaram chatos, pelo menos nesta coisa de Dallas e este sumiço do xerife da região. Talvez esta chatice seja porque a história ainda não engrenou e o ar lua de mel dos dois se tornou cansativo, porém, ainda acho que as coisas vão funcionar por lá. Achei bacana o hotel para vampiros servindo humanos como serviço de quarto.

Bem, True Blood, ainda é uma das coisas mais toscas e cheia de furos da TV, mas também é uma das melhores coisas de 2008 e 2009.

Até,
André C.

Para saber mais do True Blood e a primeira temporada, clique aqui!

Episódios vistos da segunda temporada: Nothing But the Blood, Keep This Party Going, Scratches, Shake and Fingerpop e Never Let Me Go.

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