Entre Vinhos e Amores

Entre Vinhos e Amores

O grande problema de Entre Vinhos e Amores não é repetir a fórmula de ter várias histórias falando de amor ao mesmo tempo, o grande problema do filme é que das três histórias de amor do filme, apenas uma tem diálogos interessantes e inspirados, já as outras duas não empolgam e até chegam a ficar cansativas.

E por isso mesmo que Entre Vinhos e Amores é um filme que não marca, pois as suas histórias de amor não empolgam, enquanto uma vive a incerteza da fidelidade no relacionamento, e conta isso para amiga que ela julga ter um relacionamento maravilhoso, a outra, uma mulher independente, discute os rumos dos relacionamentos com um homem bem mais velho, só que como as histórias não se ligam e fica num vai e vem entre elas nenhuma realmente chega a te pegar para o filme.

Mas agora você se pergunta qual delas é a interessante, bem a história entre Lily (Christina Hendricks) e Michael (Joaquim de Almeida), não é uma história de amor inédita e muito menos marcante, o casal não é daqueles que marca a história de um filme, porém os diálogos entre os dois e a empatia dos dois atores tornam aquele vai e vem no jogo de perguntas, comuns em inícios de relacionamentos, interessante e fazem deles o casal por quem você torce e quer que tudo fique bem. O que, infelizmente, é muito pouco já que ambos dividem a tela com histórias fracas.

Outro ponto interessante do filme são as comidas preparadas durante o filme, principalmente durante as conversas Shelly (Leisha Hailey) e Jude (Rachel Hunter) que ficam horas divagando sobre traição, amor, fidelidade, mas o que se destaca ali são as comidas, além da beleza de Rachel Hunter.

E infelizmente no final o filme acaba sem deixar nenhuma grande marca em quem assistiu.

Até,
André C.

Entre Vinhos e Amores (La Cucina – 2007)
Sinopse: Um drama romântico sobre a vida, o amor e a alegria de cozinhar. Situado entre três histórias entrelaçadas, o filme explora as diferentes facetas de novos relacionamentos, a gravidez e a infidelidade, em última análise, a cozinha abaca por se tornar o centro das suas vidas. Três mulheres, três amigas e vizinhas, preparam o jantar: Lily, solteira, aguarda Michael, um homem mais velho por quem está se apaixonando; Shelly, grávida espera pelo marido, e Jude, prepara o jantar para seu amante, um diretor de cinema que trabalha até tarde.
Direção: Allison R. Hebble e Zed Starkovich
Roteiro: A.W. Gryphon
Elenco: Christina Hendricks (Lily), Joaquim de Almeida (Michael), Leisha Hailey (Shelly), Rachel Hunter (Jude) e Oz Perkins (Chris);

Nota Filme: 2.0

2 thoughts on “Entre Vinhos e Amores

  1. A impressão que dá é que este filme não vale a pena assistir. Eu ainda não vi o longa, mas até desanimei. Descrevendo histórias de amor interligadas, acabei lembrando do “Ele não está tão a fim de você”. Mas, neste caso, as histórias, em algum ponto, acabam culminando para um ponto em comum, o que parece não acontecer no “Entre Vinhos e Amores”. Parece que o filme é um tanto confuso.

  2. […] destacar 12 Horas, Espelho, Espelho Meu, Cowboys & Aliens, E Aí… Comeu?, Os 3 Mosqueteiros e Entre Vinhos e Amores que realmente ficaram abaixo daquilo que eu esperava quando vi o […]

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