Saudades do Tempo Que Não Vivemos

Saudades do Tempo Que Não Vivemos

Saudades do Tempo Que Não Vivemos

Bem longe do glamour e do dinheiro que cerca o Festival de Cannes que começa hoje, na França, mas nem por isso menos apaixonado pelo cinema e pelo prazer de criar novos filmes, um grupos de amigos, universitários de Curitiba, ainda tenta arranjar mais alguns patrocínios para finalmente conseguir lançar o curta-metragem Saudades do Tempo Que Não Vivemos.

O filme em produção conta a estória de Carlos, um jovem de classe média, que após ler um livro sobre 1968, decide que não pode mais se conformar e que precisa ir as ruas, como fazia a juventude revolucionária de outras épocas. Ele tenta convencer amigos e família da importância de seus planos, porém não consegue apoio à sua causa. Eles não entendem por que de alguém que “tem tudo”, sairia de casa para lutar contra um sistema que “só é ruim para quem não tem nada”. Mesmo sem apoio, Carlos sai à luta e consegue fazer barulho em um comício político e por isso ele é perseguido pela polícia. Durante a tentativa de fuga, leva um tiro e vem a falecer. A mídia deturpa os fatos pintando Carlos como um violento criminoso. Dentre os telespectadores da notícia está um senhor, que viveu sua juventude em 68, durante as revoluções que inspiraram Carlos. Mas, até ele faz comentários pejorativos sobre o manifestante. O filme faz uma crítica ao comodismo dos jovens de hoje e a manipulação da mídia. O que nos faz ser tão diferentes dos jovens de antigamente.

Um tema envolvente sobre uma época que a Juventude realmente sabia o que queria, desde uma simples calça até um país digno para se viver e criar seus filhos. Um filme para quem viveu e não viveu uma época que não só o Brasil, mas o mundo mudava em busca da Paz e de uma vida melhor, busca que hoje parece distante dos novos velhos jovens movidos pela mídia e pela tolerância.

Se tiver interesse em patrocinar ou a divulgar ou ajudar a lançar o filme, entre em contato com o a gente ou mande um e-mail para os produtores do filme, pois cinema no Brasil começa assim devagarzinho, com ajuda de amigos e muita paixão.

Até,
André C.

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