Arquivos para: Terror

Pânico 4

Para assistir um como Pânico 4 é preciso conhecer a série Pânico e não esperar nada do filme além daquilo que a série Pânico já fez, ou seja, você tem que assistir ao filme já sabendo exatamente o que vai ver, pois este quarto filme da série praticamente não inova em nada do que já foi feito, mas mesmo assim, dentro do universo da série o filme consegue ser melhor que seu antecessor, divertir e até se aproximar do original de 1996.

Se eu fosse ver Pânico como outros olhos a nota ali embaixo deste post seria bem mais baixa, porém resolvi ver o filme já esperando o que ia ver, e daí é que Pânico passa ter um certo valor, por ter a mesma essência dos 2 primeiros , de ter na volta do roteirista  a essência da série criada por ele, de fazer piada com o tema, de criar um bom motivo para o assassino, mas sem nunca torná-lo imortal, imortal mesmo só

A Pele Que Habito

Louco, insano, aterrorizante e espetacular são apenas alguns dos adjetivos que podemos usar no novo do diretor Pedro Almodóvar, A Pele que Habito, pois o diretor conseguiu mais uma vez de forma silenciosa criar um terror em cima de uma mulher, aliás, a especialidade do diretor é transformar a de mulheres em um inferno.

Muito do que o diretor conseguiu construir neste filme aconteceu pela coragem com que ele teve de abordar temas polêmicos, temas que vão da loucura ao sexo, do amor a traição, do possível ao improvável, mas sem nunca perder o equilíbrio na forma narrativa do filme, sem abusar do terror, sem querer impressionar o espectador com cenas chocantes, mas apenas provocar o terror com as imagens, o diálogo e com um roteiro forte e impactante.

Aliás o roteiro, que beira o absurdo de tão magnífico, usa a velha história do médico louco que é

A Garota da Capa Vermelha

A Garota da Capa Vermelha

É impossível você não comparar A Garota da Capa Vermelha com Crepúsculo, uma vez que a Catherine Hardwicke parece que pegou a mesma direção de , o mesmo manual e fez um filme seguindo o igualzinho, tomadas aéras, 2 aspirantes a galãs brigando por o amor de uma menina e um que não engrena.

Bem, a melhor coisa de A Garota da Capa Vermelha são os belíssimos olhos azuis da Amanda Seyfried, aliás, a diretora usa e abusa em closes dos olhos da atriz, que ainda precisa mais um pouco personalidade, pois ela até tenta sustentar o filme, mas o problema é que o roteiro não engrena, o suspense não empolga e os dois atores que lutam pelo seu amor são bem razoáveis, ou seja, a bela atriz até tenta, mas está no meio de algo que não decola nunca.

O filme até tenta trazer um bom suspense, mistura um pouco do A Vila e brinca com alguns contos de fada

Deixe-me Entrar

Enquanto defini o sueco Deixe Ela Entrar como Belo, forte, dominante, poético, triste, denso, aterrorizante, profundo… Eu posso definir o Deixe-me Entrar como um remake sem o principal, a alma! O diretor Matt Reeves até tentou montar um quase que cópia do original, mas a alma não se copia e ainda, em alguns casos, tirou do público o que o original deixou, a dúvida e até a sua poesia.

Não vou dizer que Deixe-me Entrar não tem suas qualidades, tem sim, mas o problema maior é ser um remake de um filme que ficou entre um dos melhores filmes que vi em 2009, o filme parece falho em pontos que considerei cruciais no original, falta talvez aquela ar mais frio do sueco e até na escolha do elenco.

Falando do elenco, podemos comprar as duas atrizes que fazem a pequena vampira, enquanto no sueco

Demônio

Devil é um filme pequeno e quase passa despercebido por ai, mas se não é uma obra-prima traz muita coisa boa e, principalmente, um simples e meio angustiante em alguns momentos onde tudo fica no escuro.

O roteiro do filme é bem simples e bebe na mesma fonte de alguns ou séries que já vimos por aí, onde algumas pessoas com um passado nada santo são colocados a prova, seja por ou pelo Diabo, e aqui eles são colocados a prova em um elevador, um espaço pequeno onde os testes acontecem a cada momento em que a luz se apaga.

Sem esconder o que ocorre, o John Erick Dowdle, consegue construir uma história de suspense muito bacana, mesmo tendo alguns pontos em que o óbvio começa a se destacar, mas isso não estraga o ponto principal do filme,

O Último Exorcismo

Uma das maiores bobeiras que eu vi ultimamente é este Último Exorcismo, desculpe os fãs do gênero, mas tirando o bom personagem central o é mais do mesmo e nem susto chega a dar.

O personagem principal é o pastor Cotton Marcus (Patrick Fabian) que participa de um documentário sobre exorcismo e desde o início já mostra que ele tem o poder sobre a das pessoas, dizendo que pode dar um sermão sobre um bolo e todos vão aplaudir, o que de fato acontece.

Seguindo este personagem que acredita em , mas que viu que a dos outros é seu maior ganha pão, ele aceita um último trabalho de exorcismo para provar que isso não passa de uma mentira que usa e

A Hora do Pesadelo (2010)

Podem me xingar, em outubro de 2009 eu perguntei aqui mesmo no blog: “Precisamos de mais um A Hora do Pesadelo?” E nem precisava ver para saber a resposta desta pergunta, certo?

Mas mesmo assim, eu aluguei e assisti ao filme, e assim como me decepcionei ao ver Sexta-Feira 13, me decepcionei ainda mais neste a Hora do Pesadelo.

Assim como o novo Jason, o novo Freddy não assusta, não tem sarcasmo e apenas um serial killer que mata sem piedade. O Freddy de antigamente adorava brincar com suas vítimas, era asqueroso

Anticristo

AnticristoFaz um pouco mais de uma semana que assisti Anticristo do polêmico , e entendi porque todo o alvoroço em volta do filme. Anticristo é perturbador, forte, polêmico, chocante, mas que mesmo assim possui belos e intensos momentos.

A abertura do filme, o prólogo, é uma das mais belas aberturas de um filme, calmo e intenso, com a bela música Lascia ch´io pianga, de Handel (segundo o Denis do Cinemaníaco). Mas mesmo numa bela abertura, muito bem montada, Lars Von Trier já deixa claro o que virá pela frente, tanto no quanto no lado sexual dos personagens. Talvez através do prólogo Lars quisesse tirar da sala pessoas que não poderão compreender seu ou se ofender com cenas que virão pela frente.

Depois de uma grande entrada o filme afunda profundamente nos obscuros da mente humana e da depressão, aqui, causada pela morte prematura do filho

Jogos Mortais V

Jogos Mortais VContinuando com os que abriram o ano de 2010, aí vai  mais um filme descartável.

Quando surgiu em 2004 Jogos Mortais surpreendeu com uma boa trama e um final interessantíssimo, porém o filme acabou virando que a cada filme que passa deixa a desejar.

Este quinto filme da franquia é fraco. Talvez até seja um pouco melhor que o terceiro e que o quarto, não que isso seja um grande feito.

Seguindo a receita de bolo de todos os filmes da série, este até que tem uma trama bacana, mas mesmo assim é um pouco confuso e não chega a provocar aquela sensação de agonia extrema que tivemos no primeiro e

Catacumbas

catacombs_01Domingo, meio de ressaca após um sábado de pizzas no forno a lenha, pôker e cerveja eu acabei vendo este fraquíssimo de no Telecine Action ou Premium, não lembro do canal e nem deveria lembrar do filme, mas ele é tão ruim e tão , que ainda não esqueci.

Acho que comecei a ver o filme porque era em Paris, mas de Paris mesmo nós vemos uns 5 minutos, depois passamos o resto do filme nas Catacumbas de Paris, onde um grupo de amigos faz festas eletrônicas com muita música, bebida e lendas para animar ou aterrorizar as pessoas que conseguiram entrar na festa.

Uma destas pessoas é a insonsa Shannyn Sossamon, que é tão sem e tão sem sal que a irmã, vivida pela Pink, quer fazer com que ela viva mais