No meu último post sobre The Walking Dead, lá em novembro de 2011, falei que a série tinha conseguido pegar um caminho mais complicado, invés de querer dar sustos baratos e usar os zumbis para arrepiar os telespectadores, a série preferiu tratar de um assunto um pouco mais psicológico, onde tentava colocar o telespectador frente a frente com seus sentimentos, sentimentos este que podem ser do mais completo amor até o mais animalesco na luta pela vida.
E realmente a série manteve este foco, os zumbis continuam lá, mas a série coloca seus personagens em situações onde a humanidade que resta neles entra em confronto pela sobrevivência, a lei do mais forte começa a prevalecer, pois o importante é criar grupos fortes e que lutem pela vida, mas e dentro do próprio grupo? E foi exatamente isso que vimos nesta segunda parte da série, agora em 2012, além de colocar os personagens em momentos tensos de vida e morte, os roteiristas criaram este desafio, estas perguntas dentro do próprio grupo.
Dois personagens, ou melhor, três personagens foram o grande foco nesta luta entre razão, sobrevivência, guerra e paz. Enquanto Rick (Andrew Lincoln) fica em cima do muro entre o certo e errado e tem um conflito com sua humanidade, em






