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Drive

Quase todos os lugares que leio falando sobre Drive consideram o um cult ou uma nova visão do cinema ou ainda um novo Pulp Fiction, mas eu, sinceramente, acho exagero, uma vez que acho que Drive é apenas um bom filme, com um ator em excelente forma e uma atriz promissora no papel da mocinha, mas falta ao filme algo mais forte no roteiro que justifique toda a sua .

Não sou um grande fã de , mas em Drive é preciso tirar o chapéu para o ator, um dos grandes trunfos do filme é seu personagem, o piloto, uma vez que o ator tem dois extremos completamente distantes no filme, em alguns momentos é pacato, tranquilo e que sabe cada um dos seus passos, em outro é violento, agressivo e que sabe o que precisa fazer para sobreviver, sem pensar duas vezes. Ryan Gosling, em minha opinião, teve o seu

Ao Vivo!

Totalmente sem querer comecei a assistir ao Ao Vivo, um filme com uma ideia muito interessante, com um bom elenco, mas que perdeu sua coragem com o decorrer do tempo e o acabou transformando em um filme comum, com certa tensão no ar é verdade, mas poderia ter sido mais ambicioso.

Cade vez mais vivemos em uma sociedade que se expõe, uma sociedade que gosta de saber da vida do outro, se não sou de assistir BBB ou programas similares, admito que uso Facebook, Twitter e Foursquare, ou seja, faço parte de uma sociedade que a cada dia mais usa ferramentas para estar em contato com outros, mesmo que depois de um tempo a gente diminua o uso de uma ou outra ferramenta, sempre estamos conectados no que acontece na vida dos outros. E se grande parte dos seres humanos já usam destes meios, obviamente que a TV não pode ficar fora e precisa aproveitar, por isso cada vez mais a TV do mundo todo vem se enchendo dos chamados Reality Shows, e é isso que o filme Ao Vivo! quer criticar, até onde o poder da mídia pode ir para influenciar pessoas, até onde podemos nos sujeitar para termos

Abutres

Abutres

Um conhecido meu definiu Abutres como um meio deprê, mas eu acho que apesar de ser um extremamente pesado, Abutres se trata de um grande filme dos cinema argentino, pois consegue denunciar, além de misturar drama e suspense quase na dose certa.

O diretor tem grande valor na condução do filme, pois pouco a pouco vai se aprofundando na dura e triste realidade de um povo que é usado por aproveitadores que vão desde um motorista de ambulância até médicos, passando, obviamente, por advogados de beira de hospital. E aí acontece a melhor parte do filme, pois o diretor não quer culpar o governo, só quer mostrar que toda uma sociedade se beneficia da corrupção que os cerca de alguma forma, sem ficar procurando culpados ou inocentes, todos fazem parte de um meio.

E o filme continua no caminho certo, apesar de alguns exageros, ao mostrar que Sosa () percebe que ao se apaixonar precisa mudar de vida, e o drama pesado se mistura com um suspense com altos e baixos, mas mesmo assim nos reserva ótimos

Sedução

Sedução tem uma ideia muito bacana, mas a lentidão e uma história sem muitos momentos de emoção tornando o filme cansativo e desinteressante.

Apesar do esforço de (Mrs. G), Juno Temple (DI) e María Valverde (Fiamma) o filme realmente não decola, pois a diretora deixa os melhores momentos do filme para o final, repetindo muitas passagens diversas vezes, fazendo com que a estória ficasse dando voltas no mesmo lugar, sem progredir e olha que mesmo assim o filme tem momentos de muito interesse e que te prende a atenção, graças as atrizes, inspiradas e envolvidas com a estória, aqui vale uma ressalva a María Valverde, em minha opinião ótima.

A relação entra a professora. G, Di e Fiamma tem muita tensão, ciúmes, inveja e até certa paixão doentia, deixando claro

À Prova de Morte

Digo claramente que se você não é fã de Tarantino pode passar longe de À Prova de Morte. Primeiro porque não é o melhor de Tarantino e segundo que é um filme puramente Tarantino.

É impressionante como a cada obra que vejo do cineasta mais eu o admiro, pois em À Prova de Morte o diretor e roteirista, que aqui ataca de diretor de fotografia, me surpreende mais uma vez com seu talento na direção e na maneira incrível de tirar de suas atrizes o máximo em interpretação e .

Aqui os destaques são: Vanessa Ferlito e . Enquanto a primeira empresta uma sensualidade e beleza maravilhosa em uma cena de dança sexy

O Fim da Escuridão

O Fim da Escuridão é um filme que eu não esperava muito pelos comentários que ouvi e li por aí, mas o filme que começa muito bem e vai melhorando, e mesmo com alguns defeitos no roteiro vai tendo bons momentos, infelizmente o final estraga um pouco a trama criada pelo filme.

Logo no começo do filme já sabemos que algo se passa na vida de Emma () filha do policial vivido por e isso fica evidente quando ela é assassinada, isso não spolier porque faz parte da sinopse Tirando alguns policiais do filme, fica claro e evidente que ela era o alvo e não pai.

Então uma boa trama envolvendo governo, uma empresa de energias nucleares, polícia, grana e

Duplicidade – Julia Owen e Clive Roberts

duplicidade-filmeSem medo de errar eu falo que Duplicidade é um dos filmes mais agradáveis, charmosos e gostosos de se ver em 2009. Principalmente pela dupla principal, pelo roteiro e pela direção dinâmica.

Com um ar meio de Onze Homens e Um Destino, o é muito dinâmico, inteligente, engraçado e, como já disse, charmoso. O roteiro é inteligente e cheio de diálogos interessantíssimos, rápidos e precisos.

A atuação de e Clive Owen é impressionante, pela naturalidade, empatia e química. Os dois estão fortes, radiantes e dominam completamente a tela. Com eles, em completa forma, o filme ganha força, e ganha

Hannibal – A Origem do Mal (Hannibal Rising)

hannibalSinopse: Leste da Europa. Hannibal Lecter assiste de perto a morte violenta de seus pais e de sua irmã. Sem apoio, ele é obrigado a morar em um orfanato soviético, onde sua família morava anteriormente. Logo Lecter parte para Paris na tentativa de encontrar seu tio, mas é recebido pela sra. Murasaki Shikibu, uma viúva bela e misteriosa que lhe dá carinho e amor. Na cidade Lecter decide estudar Medicina, como forma de aumentar suas habilidades para cumprir a promessa que fez quando sua irmã Mischa morreu.
Título Original: Hannibal Rising
Gênero: /Thriller
País: EUA
Tempo de Duração: 117 minutos
Lançamento no USA: 09/02/2007
Lançamento no Brasil: 20/04/2007
Direção: Peter Webber
Roteiro
: Thomas Harris, baseado em livro de Thomas Harris

Elenco: Gaspard Ulliel (Hannibal Lecter), Gong Li (Murasaki Shikibu), Jos Houben (Serge), Nancy Bishop (Marielle), Charles Maquignon (Paul Momund), Dominic West (Inspetor Popil), Helena Lia Tachovska (Mischa), Michele Wade (Nanny), Martin Hub (Lothar), Joerg Stadler (Berndt) e Rhys Ifans (Grutas).

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Eu esperava um pouco mais do , não que ele seja ruim ou fraco, mas achava que daria uma maior explicação aos atos que já vimos o Hannibal cometer nos outros .
Claro, explica como ele passou a ser uma pessoa sem sentimentos, uma pessoa sem alma. Aliás, sobre isso é dado uma grande ênfase, pois o inspetor Popil (Dominic West) repete diversas  vezes que ali existe um monstro. Mas achei que esta explicação é apenas para os atos deste filme, faltando um algo que explique o que fez ele se tornar o canibal que vimos anteriormente, pois aqui era apenas vingança, mas e depois? O que fez ele se tornar aquilo? Pois o filme dá a entender que ele precisa se vingar dos assassinos da sua irmã, se livrar do juramento que fez, mas daí parece que faltou uma ligação com o resto do que já conhecemos.
E sem dizer que Antony Hopkins é, e sempre será, o verdadeiro Hannibal. Gaspard Ulliel, desconhecido para mim, está excelente no filme e é óbvio, que Antony Hopkins não poderia ter feito ele jovem, porém é complicado você conseguir separar as coisas. Talvez pudessem ter usado ele no filme, principalmente para tentar fazer esta ligação que eu acho que faltou, daí talvez a ficha caísse e gente conseguisse realmente ver o Hannibal.
Uma boa idéia seria o filme ter sido narrado por ele e no final aparece ele contando isso num futuro, e concluísse explicando o porquê do canibalismo enquanto ele saboreava uma bochecha.

Até,
André
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Um baita de um filme. Tenso. Envolvente. Show.
Claro, concordo com o André, Hannibal = Antony Hopkins, mas o tal Gaspard Ulliel não fica longe. O cara tem um jeitão de louco o filme todo. Sem sorrir, sem piscar, quieto, observador e assassino.
Diferente do André, achei que o filme mostra de uma forma breve o começo de tudo, mesmo usando a vingança como um motivo para o canibalismo, mostra que o cara já pegou o gosto pela coisa e se tornou macabro logo ali, na adolescência.
Um belo filme de ação, suspense e que te deixa torcendo pelo vilão, apesar de que eu acabo sempre torcendo pelo Hannibal.

Abraços,
Alexandre Q.