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A Garota da Capa Vermelha

A Garota da Capa Vermelha

É impossível você não comparar A Garota da Capa Vermelha com Crepúsculo, uma vez que a Catherine Hardwicke parece que pegou a mesma direção de arte, o mesmo manual e fez um seguindo o roteiro igualzinho, tomadas aéras, 2 aspirantes a galãs brigando por o amor de uma e um que não engrena.

Bem, a melhor coisa de A Garota da Capa Vermelha são os belíssimos olhos azuis da Amanda Seyfried, aliás, a diretora usa e abusa em closes dos olhos da atriz, que ainda precisa mais um pouco personalidade, pois ela até tenta sustentar o filme, mas o problema é que o roteiro não engrena, o suspense não empolga e os dois atores que lutam pelo seu amor são bem razoáveis, ou seja, a bela atriz até tenta, mas está no meio de algo que não decola nunca.

O filme até tenta trazer um bom suspense, mistura um pouco do A Vila e brinca com alguns contos de fada

Deixe-me Entrar

Enquanto defini o sueco Deixe Ela Entrar como Belo, forte, dominante, poético, triste, denso, aterrorizante, profundo… Eu posso definir o Deixe-me Entrar como um sem o principal, a alma! O até tentou montar um quase que cópia do original, mas a alma não se copia e ainda, em alguns casos, tirou do público o que o original deixou, a dúvida e até a sua poesia.

Não vou dizer que Deixe-me Entrar não tem suas qualidades, tem sim, mas o problema maior é ser um remake de um filme que ficou entre um dos melhores filmes que vi em 2009, o filme parece falho em pontos que considerei cruciais no original, falta talvez aquela ar mais frio do cinema sueco e até na escolha do elenco.

Falando do elenco, podemos comprar as duas atrizes que fazem a pequena vampira, enquanto no sueco

Meia-Noite em Paris

Quase sempre eu começo os pots do de Woody Allen falando a mesma coisa, pois ele é amado por poucos e odiado por muitos, e normalmente quem o odeia acaba não dando chance de ver trabalhos como este maravilhoso Meia Noite Em .

Chamo de maravilhoso, pois tudo funciona bem aqui: simples, atuações ótimas, trilha sonora inspirada, piadas no momento certo e uma belíssima fotografia de Paris, aliás, os primeiros minutos de filme a trilha sonora e Paris entram em sintonia perfeita, que talvez só Woody Allen fosse capaz de fazer, e que com certeza não vemos tamanha poesia para a cidade nem no Paris Eu Te Amo.

As atuações estão perfeitas, e mesmo sem ser fã de preciso dizer que ele encarnou muito bem o

Alice No País das Maravilhas (2010)

Não posso dizer nem que adorei e nem que me decepcionei com Alice de Tim Burton, no resumo da ópera gostei do filme.

Quando o projeto foi anunciado, com as primeiras imagens de como Chapeleiro Maluco eu imaginei que Tim Burton iria nos surpreender com uma Alice mais obscura e com um alcance mais adulto. Porém, isso já caiu por água abaixo quando li os primeiros comentários. Por isso não me decepcionei ao ver que Tim Burton deixou prevalecer o estilo Disney de filmar.

Mas também não posso ser totalmente injusto com o Burton, já que vemos elementos que lembram seu jeito de filmar, como a fotografia, a e a caracterização em alguns momentos exageradas dos personagens, e por falar nos personagens, o grande

Coraline e o Mundo Secreto

DVD CoralineAlguns anos atrás Henry Selick surpreendeu o mundo com o espetacular O Estranho Mundo de Jack, onde ele usou e abusou das cores, da , da magia, da música e do stop motion. E agora, com Coraline, o diretor tenta novamente fazer o mesmo sucesso e barulho, mas na minha humilde fica um pouco distante do objetivo.

No fundo é meio injusto comparar O Estranho Mundo de Jack que já um “clássico” da com o novo projeto de Selick, apesar de os dois terem um ar todo de fantasia e serem até um pouco “bastante” assustadores.

Em Coraline o diretor abusou e muito das cores

O Labirinto do Fauno (El Laberinto del Fauno)

O Labirinto do Fauno
Sinopse: Espanha, 1944. Oficialmente a Guerra Civil já terminou, mas um grupo de rebeldes ainda luta nas montanhas ao norte de Navarra. Ofelia (Ivana Baquero), de 10 anos, muda-se para a região com sua mãe, Carmen (Ariadna Gil). Lá as espera seu novo padrasto, um oficial fascista que luta para exterminar os guerrilheiros da localidade. Solitária, a logo descobre a amizade de Mercedes (Maribel Verdú), jovem cozinheira da casa, que serve de contato secreto dos rebeldes. Além disso, em seus passeios pelo jardim da imensa mansão em que moram, Ofelia descobre um labirinto que faz com que todo um mundo de fantasias se abra, trazendo consequências para todos à sua volta.
 
Título Original: El Laberinto del Fauno
Gênero: Suspense/Fantasia
País: México
Tempo de Duração: 112 minutos
Lançamento no EUA: 10/2006
Lançamento Brasil: 09/2006
Direção: Guillermo del Toro
Roteiro: Guillermo del Toro

Elenco: Ivana Baquero (Ofelia), Doug Jones (Fauno / Homem pálido), Sergi López (Capitão Vidal), Ariadna Gil (Carmen), Maribel Verdú (Mercedes), Álex Angulo (Médico), Roger Casamajor (Pedro), César Vea (Serrano), Federico Luppi (Casares) e Manolo Solo (Garcés).
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O filme me lembrou muito o Ano Que Meus Pais Saíram de Férias, sei que deveria ser ao contrário já que a produção brasileira é mais nova que a mexicana, mas acabei vendo o filme brasileiro antes. O filme mistura muito bem a magia, a fantasia com a realidade e mostra como a mente de uma criança é capaz de criar um mundo paralelo para não sofrer na vida real. Aqui não é o futebol, não é a Copa do Mundo que faz a criança viver fora da realidade, mas sim um mundo de conto de fadas.
O filme pode ser um pouco longo, ficar cansativo e ter algumas cenas de violência exageradas, mas não tira a pureza e a magia do conto de fadas criado por Ofélia, fazendo que todos que assistem cheguem a acreditar que aquilo tudo é a mais pura verdade.
Vale lembrar que a maquiagem está perfeita, por isso o Oscar para este filme.

Até,
C.
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No primeiro filme, no nosso novo endereço, eu vou ter que ir totalmente contra o André. Achei um filme infantil demais, porém a violência poderia assustar crianças mais novas, ou seja, um filme que não soube se queria ser para adulto ou para crianças.
Chegou uma hora que eu queria parar de assistir, pois se tornou repetitivo, cansativo e a aquele conto de fadas da menina perder totalmente o sentido, quando parecia que o Fauno não era confiável, pensei até que o Fauno representava o Capitão no mundo da menina, ele deu a volta e voltou a ser confiável.
Esperava bem mais e vi apenas um filme fraco.
E já que o André comentou sobre o Ano Que Meus Pais Saíram de Férias, vou ver para discutirmos aqui.

Abraços,
Alexandre Q.