Arquivos para: Comédia Romântica

Forgetting Sarah Marshall

Sarah MarshallNaquela onda de filmes românticos feitos para homens surgiu o surpreendente e agradável Forgetting Sarah Marshall, ou como foi chamado por aqui, Ressaca de Amor.

Infelizmente o filme foi só para DVD, e talvez tivesse tido um certo sucesso nos cinemas, já que o público sempre gosta de ver , e esta, mais uma vez coloca o homem como a grande vítima do relacionamento.

Parece que Judd Apatow e sua turma começam a se especializar neste tipo de comédia, aquelas que agradam os homens, sem esquecer do que as mulheres procuram nestes filmes, ou seja, agrada a todos. E aqui, além de , vemos Paul Rudd e Jonah Hill, da sua trupe de companheiros nesta empreitada.

Como já declarei em Ligeiramente Grávidos,

Signs

Não, não é o Signs do , mas sim uma pequena obra-prima do diretor Patrick Hughes, que é mais conhecido por comerciais para televisão.

Por que pequena? Pois é um curta de 12 minutos!

Por que obra-prima? Porque é uma poesia sensacional sobre os relacionamentos nos tempos modernos, cheio de virtualidade e distanciamento, que provoca medo e insegurança, mas que pode ser vencido com pequenas artimanhas deste sentimento chamado .

Apresentado no Schweppes Online Film Festival, aqui você pode ver por completo esta obra-prima.


Título Original: Signs
Gênero: /Curta
País: Austrália
Ano de Produção: 2008
Tempo de Duração: 12 minutos
Direção: Patrick Hughes
Roteiro: Patrick Hughes

Elenco: Kestie Morassi (Stacey) e Nick Russell (Jason)

Marley & Eu

Marley e EuEsta aí um que me surpreendeu bastante, não achava que seria um tão agradável, ainda mais que o roteiro era previsível, apesar de que quem já leu o livro diz que o fica bem distante do contado pelo verdadeiro John Grogan.

O filme é basicamente a história de amizade entre um cão e seus donos, que mesmo sendo o cão mais bagunceiro, desordeiro e desobediente que existe, é impossível você, assim como os donos, não simpatizar com o Marley.

E a melhor atuação do filme, com todo respeito aos atores, é dos cachorros que interpretam Marley, é impressionante como o (Adulto) é tão bem treinado para nos passar suas

Pagando Bem, Que Mal Tem – Zack and Miri Make a Porno – Kevin Smith – Elizabeth Banks – Seth Rogen

Make a PornoSinopse: Zack Brown e Miriam Linky são amigos há muito tempo, sendo que atualmente dividem um quarto e possuem diversas dívidas. Após terem a água e a luz cortadas, eles resolvem fazer um filme pornô caseiro para conseguir algum dinheiro. Desta forma selecionam alguns amigos para ajudá-los, jurando que o não irá prejudicar a existente. Só que, quando as gravações começam, o negócio se torna algo bem maior do que imaginavam.

Título Original: Zack and Miri Make a Porno
Gênero: Comédia/Comédia Romântica
País:
Ano de Produção: 2008
Tempo de Duração: 102 minutos
Lançamento no EUA: 31/10/2008
Lançamento no Brasil: 27/02/2009
Direção: Kevin Smith
Roteiro: Kevin Smith

Elenco: Elizabeth Banks (Miriam “Miri” Linky), Seth Rogen (Zack Brown), Jason Mewes (Lester), Gerry Bednob (Sr. Surya), Jennifer Schwalbach Smith (Betsy), Kenny Hotz (Zack II), Brandon Routh (Bobby Long), Anne Wade (Roxanne), Justin Long (Brandon), Tom Savini (Jenkins), Jeff Anderson (Deacon), Ricky Mabe (Barry), Katie Morgan (Stacey), Craig Robinson (Delaney) e Traci Lords (Bubbles).
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Quem diria, eu, Alexandre, gostando de comédia romântica, mas tudo isso graças a mente suja e pervertida de Kevin Smith. Só ele para misturar o tema pornô com uma comédia romântica que tinha tudo para ser bobinha, pois é claro desde que começa o filme que o casal principal ficará junto. Não, isso não é Spolier, isso é comédia romântica.
Cheia de piadas maliciosas e infames, muitos momentos constrangedores e até cenas quase explícitas para um filme de comédia, mas isso que faz este filme diferente.
Uma ótima comédia, talvez não a melhor de Kevin Smith, mas com muita coisa que nós sabemos que ele tem e que conseguiu quase jogar fora com o horroroso Menina dos Olhos.
Seria bom se toda comédia romântica, tivesse esta iteligência.

Abraços,
Alexandre Q.

p.s.: fique até o fim dos créditos, caso contrário, perderá algumas boas piadas!
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O Alexandre está correto, a comédia só funciona porque Kevin Smith conseguiu misturar quase em dose certa pornografia e romantismo. Claro, que em alguns momentos existe exagero e até tende para o , em outros quase vai para um perfeito besteirol americano, mas por sorte achei que ficou só no quase.
E o que vemos é uma boa comédia, com piadas que funcionam principalmente pelo ótimo roteiro e por uma atuação muito boa de Elizabeth Banks e Seth Rogen.
Aliás, o filme funciona mesmo porque o casal principal teve uma química incrível e Seth Rogen vai se tornando um nome forte neste tipo de comédia. Como já dizem por aí, são comédias românticas com público alvo masculino.
Um bom divertimento, nada de especial e longe de ser o melhor de Kevin Smith, mas uma boa chance de colocar a carreira nos eixos depois do criticado Menina dos Olhos.

Até,
André C.

Vicky Cristina Barcelona – Woody Allen – Scarlett Johansson – Javier Bardem – Penélope Cruz – Rebecca Hall

vicky-cristina-barcelona-poster01t.jpgSinopse: Vicky e Cristina são grandes amigas que estão em férias em Barcelona. Vicky procura ser sensata em relação ao e está noiva, enquanto que Cristina sempre busca uma nova paixão que possa virar sua cabeça. Um dia, em uma galeria de arte, elas conhecem Juan Antonio, um atraente pintor que teve um relacionamento problemático com sua ex, Maria Elena. Ainda naquela noite, durante o jantar, Juan Antonio se aproxima da mesa em que Vicky e Cristina estão, fazendo-lhes a proposta de com ele viajar para Oviedo. Vicky inicialmente a rejeita, mas Cristina aceita de imediato e consegue convencer a amiga a acompanhá-la. É o início do relacionamento conturbado de ambas com Juan Antonio.

Título Original: Vicky Cristina Barcelona
Gênero: Drama/Romance
País: EUA/Espanha
Ano de Produção: 2008
Tempo de Duração: 96 minutos
Lançamento na EUA: 15/08/2008
Lançamento no Brasil: 14/11/2008
Direção: Woody Allen
Roteiro: Woody Allen

Elenco: Javier Bardem (Juan Antonio), Scarlett Johansson (Cristina), Rebecca Hall (Vicky), Penélope Cruz (Maria Elena) , Chris Messina (Doug) e Patricia Clarkson (Judy Nash).
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Como já escrevi em Cassandra’s Dream, consegue pegar um roteiro sensual, sexy, bacana e trasnformar em um filme monótono. Ok! Vão dizer que ele adora analisar a mente humana, o comportamento humano, mas poxa desperdiçar o talento de Javier Bardem e de Scarlett Johansson assim… é sacanagem!
Tudo bem, tenho um pé atrás com o cara, apesar dele ser um grande cineasta, mas mais uma vez ele conseguiu fazer um filme chato e lento, e que só teve destaque por causa do tão falado beijo entre Penélope e Scarllet.
Se vocês repararem, o filme andou, girou e terminou no mesmo lugar.
Mais um filme para fãs de Woody Allen ou dos atores, e só!

Abraços,
Alexandre Q.
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Gostei bastante do filme, pois mais uma vez Woody Allen vai fundo na análise do ser humano, aliás, vai fundo em dois sentimentos: amor e felicidade.
De maneira simples, e com uma história sensual, com uma bela fotografia da bela Barcelona, Woody Allen não enrola, apenas trata do amor em várias e diferentes personalidades, pessoas que buscam o amor e a felicidade, que vivem o momento, que vivem de corpo e alma. Amores de verdade, a mores passageiros, amores loucos, amores sensatos, paixões confundidas com amores, ou seja, o amor e a busca da felicidade.
Woody Allen ganhou e muito com grades atuações do elenco, principalmente Javier Bardem, Rebecca Hall e Penélope Cruz.
Alias, Rebecca Hall foi uma grata supresa, confesso que não conheço a carreira dela, mas para mim ela tem a melhor performance dentro dos 2 triângulos amorosos do filme.
Scarlett, apesar de linda como sempre, foi a mais modesta, até porque era um papel meio simples, mas parece que faltou alma, faltou alguma coisa ali para ela se soltar e Penélope, que concorrerá ao Oscar, teve o papel, vamos dizer mais fácil e intenso, mas ainda acho que menos intenso do que o papel de Rebecca Hall. Não estou criticando, Penélope, mas é mais fácil você fazer um papel de uma mulher apaixonada, louca de amor, do que realizar de uma menina certinha, que tem a vida planejada e do nada se apaixonada,  e que da noite para o dia já não tem mais certeza do que quer, dos planos que queria.
Depois de Sonho de Cassandra, apesar de eu ter gostado do filme, parece que Woody Allen acertou a mão de novo, uma boa comédia, com drama, romance, e um pouco de humor negro. Mais uma vez ele soube analisar quem somos e o que somos, sem dizer na bélissima trilha sonora.

Até,
André

A Kamila do Cinéfila Por Natureza também já viu, clique aqui e veja a opinião dela!

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Licença Para Casar (License to Wed)

LicencaSinopse: Ben Murphy (John Krasinski) e Sadie Jones (Mandy Moore) estão noivos e ansiosos para enfim se casarem. Entretanto a St. Augustine, a tradicional igreja da de Sadie e que é comandada pelo reverendo Frank (Robin Williams), apenas realizará o casamento se ambos passarem pelo famoso curso de preparação de noivos, ministrado pelo próprio reverendo. Sem alternativa, Ben e Sadie aceitam a exigência. Entretanto o curso, que é composto de aulas ultrajantes, estranhas lições de casa e invasões de privacidade, põe em risco o relacionamento entre eles.
 
Título Original: License to Wed
Gênero: Comédia/Comédia Romântica
País:
Tempo de Duração: 90 minutos
Lançamento no EUA: 04/07/2007
Lançamento Brasil: 31/08/2007
Direção: Ken Kwapis
Roteiro: Kim Barker, Tim Rasmussen, Vince Di Meglio, Wayne Lloyd

Elenco: Robin Williams (Reverendo Frank), Mandy Moore (Sadie Jones), John Krasinski (Ben Murphy), Eric Christian Olsen (Carlisle), Christine Taylor (Lindsey Jones), DeRay Davis (Joel), Peter Strauss (Sr. Jones), Grace Zabriskie (Vovó Jones), Roxanne Hart (Sra. Jones), Mindy Kalling (Shelley), Angela Kinsey (Judith), Rachael Harris (Janine), Brian Baumgartner (Jim) e Nicole Randall Johnson (Louise)
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Comédia romântica, mas com muita mais de comédia do que romance por causa da presença do cara e bocas Robin Williams, que deita e rola, completamente à vontade no papel de reverendo que tenta de todas as maneiras mostrar que um casal que pensa que está pronto para casar ainda precisa de uns ajustes.
Tirando alguns exageros do papel de Williams o diverte. Comédia básica, com final obviamente conhecido, mas justamente por ter sido uma comédia e não uma comédia romântica tem algum valor, caso contrário seria mais um padrão americano de divertimento.
O filme conta com a possível nova namoradinha da América, Mandy Moore, que parece sempre ter problemas para casar, antes foi com a mãe no filme Minha Mãe Quer Que eu Case e agora com um reverendo. Eu admito que ela realmente é uma bela atriz e está caindo perfeitamente nestes papéis simples e agradáveis.

Até,
André C.
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Eu não acredito que fui ver este belo filme no cinema. Tirando algumas boas piadas do Robin Willians, o filme não tem nada, simplesmente mostra um reverendo querendo ferrar os noivos e o fim, bem, o fim padrão de comédia romântica.
E esta Mandy Moore entra no time da Drew Barrymore, meninas sem graça e que sempre tem alguém apaixonado. E o segundo filme que vejo com ela, o segundo que ela vai casar e o segundo que os namorados fazem de tudo para não perder ela, no outro inclusive tinham dois brigando pela moça.
Veja em , não precisa ir ao cinema, e veja somente se sua namorada quiser ou ainda se for a última opção para não passar um sábado vendo Zorra Total.

Abraços,
Alexandre Q.

Eu Acho Que Amo Minha Esposa (I Think I Love My Wife )


Sinopse: Richard Cooper (Chris Rock) achava ter a esposa ideal. Inteligente, bonita e ótima mãe, Brenda Cooper (Gina Torres) parecia ser a parceira perfeita, mas mesmo assim Richard tem constantes fantasias sexuais com outras , mas jamais se arrisca a cometer qualquer tipo de traição. Mas sua moral será testada quando ele recebe a visita de uma ex-namorada. Refilmagem da produção francesa “Amor à Tarde”, de Eric Rohmer.

Título Original: I Think I Love My Wife
Gênero: Romântica
Tempo de Duração: 90 minutos
Ano de Lançamento (): 2007
Direção: Chris Rock
Roteiro: Chris Rock, Louis C.K., Eric Rohmer

Elenco: Chris Rock (Richard Cooper), Kerry Washington (Nikki Tru), Gina Torres (Brenda Cooper), Steve Buscemi (George), Edward Herrmann (Mr. Landis) e Welker White (Mary).
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Não esperava muito do filme, principalmente por ser com Chris Rock, mas talvez por não esperar muito eu até que gostei do filme.
Uma comédia Romântica sem grande supresas, daquelas para se divertir sem pensar, e com algumas piadas boas, graças ao Chris Rock, apesar de eu não ser fã dele, é preciso admitir que ele faz o filme funcionar. Na verdade, funcionou porque ele não está cheio de caras e bocas, e nem exagera na sua voz irritante. Ele está muito bem no papel do homem de família que tem suas tentações, mas que consegue deixar isso apenas na mente.
A piada no salão de automóvel é simples, mas uma das melhores do filme.
Kerry Washington mostra que é uma boa atriz, aqui ela está e sedutora e não lembra em nada a Kay Amin do Último Rei da Escócia e, muito menos a cega namorada do Coisa no Quarteto Fantástico.

Até,
André C.
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Achei que era uma comédia mais exagerada, onde Chris Rock usaria o seu dom para fazer piadas de uma maneira livre, pois ele é o diretor, mas me surpeendi com uma comédia romântica, com algumas piadinhas até que engraçadas, e, como sempre, com final totalmente previsível.
Na verdade o filme não tem nada de especial.

Abraços,
Alexandre Q.

Letra e Música (Music and Lyrics)

Sinopse: Alex Fletcher (Hugh Grant) é um decadente astro da música pop, que fez muito sucesso na década de 80 mas que agora apenas se apresenta no circuito nostálgico de feiras e parques de diversão. A chance de mais uma vez fazer sucesso bate à sua porta quando a atual diva do pop, o convida para compor uma canção e gravá-la com ela, em dueto. O problema é que Alex há anos não compõe uma canção sequer, além de jamais ter escrito uma letra de música. Sua salvação é Sophie Fisher (Drew Barrymore), a encarregada de cuidar das plantas de Alex, cujo jeito com as palavras serve de inspiração para Alex.
Título Original: Music and Lyrics
Gênero: Romântica
Tempo de Duração: 96 minutos
Ano de Lançamento (Inglaterra): 2007
Direção: Marc Lawrence
Roteiro: Marc Lawrence

Elenco:
Hugh Grant (Alex Fletcher), Drew Barrymore (Sophie Fisher), Scott Porter (Colin Thompson), Zak Orth (David Newbert), Brooke Tansley (Janice Stern), Daniel Stewart Sherman (Willy), Brad Garrett (Chris Riley), Aasif Mandvi (Khan) e Haley Bennet (Cora Corman).
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Mais uma como outra qualquer. Podem me chamar de chato, mas faz tempo que não vejo nada original nesta área, sem dizer que não gosto muito da Drew Barrymore.
Como toda comédia romântica o tem a hora que se conhecem, a hora que o mocinho deixa a mocinha triste e o final “inesperado”.
A boa coisa do filme é o climão anos 80, parece que o mundo inteiro gosta de relembrar o passado.
Filme para ver num sábado chuvoso.

Abraços,
Alexandre Q.
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Outra comédia romântica daquelas, fácil de ver e fácil de esquecer, mas que tem aquele charme especial e que é agradável enquanto dura.
Previsssível, óbvio que é, mas o filme usa muito bem a música como pano de fundo e tem um elenco bem entrosado.
Sei que a Drew Barrymore não é aquela mulher linda e nem aquela atriz talentosa, mas ela tem um charme e uma maneira na tela que sempre me agrada, sem dizer no Hugh Grant, o cara sempre interpreta o mesmo Hugh Grant, mas, sinceramente, eu acho ele sempre um ponto forte nos filmes, e aqui não é diferente. Acredito que o casal funciona, justamente pelo charme dos dois.
É bom de ver, não só no sábado chuvoso.

Até,
André C.

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Escrito nas Estrelas (Serendipity)

Sinopse:
Após se conhecerem casualmente, Jonathan e Sara sentem uma atração mútua, apesar de estarem envolvidos em outros . Após passarem o dia juntos, eles se separam deixando que o destino controle o futuro de ambos.


Título Original: Serendipity
Gênero: Comédia Romântica
Tempo de Duração: 85 minutos
Ano de Lançamento (): 2001
Direção: Peter Chelsom


Elenco: John Cusack (Jonathan Trager), Kate Beckinsale (Sara Thomas), Jeremy Piven (Dean),Molly Shannon (Eve) e John Corbett (Lars Hammond)

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O primeiro filme do nosso Blog foi escolhido pela minha namorada Michelle, graças ao André que citou este filme em um de nossos encontros no Boteco sexta-feira, bem, eu tive que ver e ele rever.

Kate Beckinsale é linda, gostosa, , mas eu não consigo olhar para ela sem lembrar dela de roupas de couro no Anjos da Noite, naquele filme ela tá show, neste filme água com muita açúcar, quase 1 kg de açúcar, ela realmente parece aquela menina que você leva jantar na casa dos pais e passeia de mão dada no shopping, mas falta aquele tchan, aquela sensualidade, parece menina de prédio, mocinha de novela da globo interpretada pela Gabriela Duarte.

Ah! O filme, é mais do que previsível, quando você lê o nome dos atores você sabe que os mocinhos se encontram, se afastam, existem desencontros, mas no fim eles se beijam para sempre. Resumindo, já vi milhares iguais, mas minha namorada adorou, resumindo: filme de menininha!

Abraço!
Alexandre Q.
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Realmente o filme é bem água com açúcar e previsível, mas hoje em dia comédia romântica é isso, salvo exceções como o excelente Diário de uma Paixão. Mas diferente do Alexandre eu não vejo como um filme de menininha, pois é um filme que agrada todo mundo que assiste. É daqueles filmes que você sempre vai parar para ver um pedacinho quando está passando na Sessão da Tarde.

Além da espetacular Kate Beckinsale, eu também levaria ela para jantar em casa (eu posso, você não), o filme tem o excelente John Cusack, que mais uma vez está perfeito.

Resumindo: vale a pena ver, pois é aquele passatempo que o cinema deve ser.

Próximo Filme: O Contrato
Próxima Série: Californication (se o Alexandre baixar na internet)

Até,
André C.