Sexta-feira de gripe e casa, e a sempre especial companhia de Anne Hathaway, agora no filme Amor e Outras Drogas, e apesar de sua beleza, seu charme, seu sorriso avassalador, do seu talento e de toda a sua naturalidade nas diversas cenas de nudez, o filme não chegou a empolgar, pois a história demora a decolar, quando decola acaba caindo no comum das grandes maiorias das comédias românticas da atualidade.
O filme até começa fazendo uma crítica em tom de comédia ao mercado farmacêutico e suas investidas nem sempre corretas para colocar seus remédios nas receitas de muitos médicos,são favores ali e aqui e uma verdadeira guerra entre as farmácias, mas para isso não se tornar a única fonte do roteiro (do livro de qual é baseado), Anne Hathaway entra na vida de Jake Gyllenhaal, para uma história de amor, o problema é que o tiro sai pela culatra.
E os dois até constroem uma boa história de amor, um mulherengo que se apaixona







Xavier: If I think about all the girls I’ve known or slept with or just desired, they’re like a bunch of Russian dolls. We spend our lives playing the game dying to know who’ll be the last, the teeny-tiny one hidden inside all the others. You can’t just get to her right away. You have to follow the progression. You have to open them one by one wondering, “Is she the last one?”
A melhor coisa do 

