Encontro de Casais vem sendo duramente criticado nas maiorias dos blogs, revistas, jornais e tudo que fala do cinema, mas este blogueiro viu algumas qualidades no filme, mas concorda em muitas críticas por aí.
O filme não é de todo ruim, uma vez que, até certo momento as piadas são inteligentes e adultas, até com um certo humor negro, porém parece que para tentar manter a risada nos espectadores ou por falta de confiança no que o filme poderia provocar nos seus longos 113 minutos, os roteiristas (Vince Vaughn, Dana Fox e Jon Favreau) resolvem baixar o nível e apostar em piadas mais chulas e de baixo nível, esquecendo o bom gosto e a inteligência Veja Mais… »
Depois de muito tempo eu acabei assistindo A Proposta. Acabei demorando pois tinha certeza que era mais uma comédia romântica sem nada de novo, sinceramente eu estava certo, mas mesmo assim o filme vale a pena por causa da excelente e gostosa atuação de Sandra Bullock.
Aliás, o filme todo vale pela beleza dominante de Bullock e a maneira natural como ela esta no papel. E apesar de ser um filme previsível, todos que assistem passam a torcer pelo casal, pois mesmo durona, mesmo como uma chefe chata e mandona, Sandra Bullock nos encanta e nos faz simpatizar mais com ela do que com o assistente coitadinho dela.
Não sou muito fã do trabalho de Ryan Reynolds, pois Veja Mais… »
Admito que (500) Days of Summer era um dos filmes mais aguardados por mim, principalmente por causa da presença de Zooey Deschanel, e não tenho vergonha de dizer isso!
A espera foi longa e parecia que não teria fim, pois Sampa, BH, Rio e outros tiveram o privilégio de ver o filme bem antes do que os cinéfilos e adoradores de Zooey que moram em Curitiba, mas finalmente a hora chegou e eu tive o prazer de ver o filme e posso dizer que a espera valeu, e não foi só pela beleza simples, mas dominante de cada de detalhe de Zooey, mas por ser um dos filmes mais bacanas e agradáveis do ano.
A partir de agora tentarei não falar mais de Zooey e dedicar o resto do post ao filme do diretor Marc Webb, um filme inteligentíssimo e com alguns momentos Veja Mais… »
Xavier: If I think about all the girls I’ve known or slept with or just desired, they’re like a bunch of Russian dolls. We spend our lives playing the game dying to know who’ll be the last, the teeny-tiny one hidden inside all the others. You can’t just get to her right away. You have to follow the progression. You have to open them one by one wondering, “Is she the last one?”
Cometi um erro neste fim de semana, mas que pretendo corrigir ainda hoje ou durante a semana. Assisti o excelente Bonecas Russas antes do Albergue Espanhol, não que isso tenha me prejudicado, mas com certeza ajudaria entender algumas coisas, já que o filme é meio que uma continuação dos fatos.
Como já disse no parágrafo acima, achei o filme excelente. Um daqueles filmes Veja Mais… »
A melhor coisa do filme é Kat Dennings, a trilha e os extras super bacanas do DVD, do resto uma comédia romântica adolescente com certa inteligência e alguns erros.
O filme tem seu valor, apesar de trazer mais uma vez Michael Cera no mesmo papel de nerd, bobinho e apaixonado, e mesmo ele repetindo mais uma vez seu papel, o casal principal funciona bastante, talvez por serem completamente opostos.
Kat Dennings e Michael Cera são bem diferentes no filme. Ele, como já disse, bobinho, nerd e todo apaixonado, um adolescente que vive num conto de fadas com uma menina que não quer nada com nada, que usa da inocência dele para se sentir melhor. E ela dura, forte e Veja Mais… »
Naquela onda de filmes românticos feitos para homens surgiu o surpreendente e agradável Forgetting Sarah Marshall, ou como foi chamado por aqui, Ressaca de Amor.
Infelizmente o filme foi só para DVD, e talvez tivesse tido um certo sucesso nos cinemas, já que o público sempre gosta de ver comédia romântica, e esta, mais uma vez coloca o homem como a grande vítima do relacionamento.
Parece que Judd Apatow e sua turma começam a se especializar neste tipo de comédia, aquelas que agradam os homens, sem esquecer do que as mulheres procuram nestes filmes, ou seja, agrada a todos. E aqui, além de Jason Segel, vemos Paul Rudd e Jonah Hill, da sua trupe de companheiros nesta empreitada.
Como já declarei em Ligeiramente Grávidos, Veja Mais… »
Não, não é o Signs do M. Night Shyamalan, mas sim uma pequena obra-prima do diretor Patrick Hughes, que é mais conhecido por comerciais para televisão.
Por que pequena? Pois é um curta de 12 minutos!
Por que obra-prima? Porque é uma poesia sensacional sobre os relacionamentos nos tempos modernos, cheio de virtualidade e distanciamento, que provoca medo e insegurança, mas que pode ser vencido com pequenas artimanhas deste sentimento chamado amor.
Apresentado no Schweppes Online Film Festival, aqui você pode ver por completo esta obra-prima.
Título Original: Signs Gênero: Comédia/Curta País: Austrália Ano de Produção: 2008 Tempo de Duração: 12 minutos Direção: Patrick Hughes Roteiro: Patrick Hughes
Elenco: Kestie Morassi (Stacey) e Nick Russell (Jason)
Esta aí um filme que me surpreendeu bastante, não achava que seria um filme tão agradável, ainda mais que o roteiro era previsível, apesar de que quem já leu o livro diz que o filme fica bem distante do contado pelo verdadeiro John Grogan.
O filme é basicamente a história de amizade entre um cão e seus donos, que mesmo sendo o cão mais bagunceiro, desordeiro e desobediente que existe, é impossível você, assim como os donos, não simpatizar com o Marley.
E a melhor atuação do filme, com todo respeito aos atores, é dos cachorros que interpretam Marley, é impressionante como o cachorro (Adulto) é tão bem treinado para nos passar suas Veja Mais… »
Sinopse: Zack Brown e Miriam Linky são amigos há muito tempo, sendo que atualmente dividem um quarto e possuem diversas dívidas. Após terem a água e a luz cortadas, eles resolvem fazer um filme pornô caseiro para conseguir algum dinheiro. Desta forma selecionam alguns amigos para ajudá-los, jurando que o sexo não irá prejudicar a amizade existente. Só que, quando as gravações começam, o negócio se torna algo bem maior do que imaginavam.
Título Original: Zack and Miri Make a Porno Gênero: Comédia/Comédia Romântica País: EUA Ano de Produção: 2008 Tempo de Duração: 102 minutos Lançamento no EUA: 31/10/2008 Lançamento no Brasil: 27/02/2009 Direção: Kevin Smith Roteiro: Kevin Smith
Elenco: Elizabeth Banks (Miriam “Miri” Linky), Seth Rogen (Zack Brown), Jason Mewes (Lester), Gerry Bednob (Sr. Surya), Jennifer Schwalbach Smith (Betsy), Kenny Hotz (Zack II), Brandon Routh (Bobby Long), Anne Wade (Roxanne), Justin Long (Brandon), Tom Savini (Jenkins), Jeff Anderson (Deacon), Ricky Mabe (Barry), Katie Morgan (Stacey), Craig Robinson (Delaney) e Traci Lords (Bubbles). ___________________________ Quem diria, eu, Alexandre, gostando de comédia romântica, mas tudo isso graças a mente suja e pervertida de Kevin Smith. Só ele para misturar o tema pornô com uma comédia romântica que tinha tudo para ser bobinha, pois é claro desde que começa o filme que o casal principal ficará junto. Não, isso não é Spolier, isso é comédia romântica. Cheia de piadas maliciosas e infames, muitos momentos constrangedores e até cenas quase explícitas para um filme de comédia, mas isso que faz este filme diferente. Uma ótima comédia, talvez não a melhor de Kevin Smith, mas com muita coisa que nós sabemos que ele tem e que conseguiu quase jogar fora com o horroroso Menina dos Olhos. Seria bom se toda comédia romântica, tivesse esta iteligência.
Abraços, Alexandre Q.
p.s.: fique até o fim dos créditos, caso contrário, perderá algumas boas piadas! ___________________________ O Alexandre está correto, a comédia só funciona porque Kevin Smith conseguiu misturar quase em dose certa pornografia e romantismo. Claro, que em alguns momentos existe exagero e até tende para o explícito, em outros quase vai para um perfeito besteirol americano, mas por sorte achei que ficou só no quase. E o que vemos é uma boa comédia, com piadas que funcionam principalmente pelo ótimo roteiro e por uma atuação muito boa de Elizabeth Banks e Seth Rogen. Aliás, o filme funciona mesmo porque o casal principal teve uma química incrível e Seth Rogen vai se tornando um nome forte neste tipo de comédia. Como já dizem por aí, são comédias românticas com público alvo masculino. Um bom divertimento, nada de especial e longe de ser o melhor de Kevin Smith, mas uma boa chance de colocar a carreira nos eixos depois do criticado Menina dos Olhos.
Até, André C.
Sinopse: Vicky e Cristina são grandes amigas que estão em férias em Barcelona. Vicky procura ser sensata em relação ao amor e está noiva, enquanto que Cristina sempre busca uma nova paixão que possa virar sua cabeça. Um dia, em uma galeria de arte, elas conhecem Juan Antonio, um atraente pintor que teve um relacionamento problemático com sua ex, Maria Elena. Ainda naquela noite, durante o jantar, Juan Antonio se aproxima da mesa em que Vicky e Cristina estão, fazendo-lhes a proposta de com ele viajar para Oviedo. Vicky inicialmente a rejeita, mas Cristina aceita de imediato e consegue convencer a amiga a acompanhá-la. É o início do relacionamento conturbado de ambas com Juan Antonio.
Título Original: Vicky Cristina Barcelona Gênero: Drama/Romance País: EUA/Espanha Ano de Produção: 2008 Tempo de Duração: 96 minutos Lançamento na EUA: 15/08/2008 Lançamento no Brasil: 14/11/2008 Direção: Woody Allen Roteiro: Woody Allen
Elenco: Javier Bardem (Juan Antonio), Scarlett Johansson (Cristina), Rebecca Hall (Vicky), Penélope Cruz (Maria Elena) , Chris Messina (Doug) e Patricia Clarkson (Judy Nash). ___________________________ Como já escrevi em Cassandra’s Dream, Woody Allen consegue pegar um roteiro sensual, sexy, bacana e trasnformar em um filme monótono. Ok! Vão dizer que ele adora analisar a mente humana, o comportamento humano, mas poxa desperdiçar o talento de Javier Bardem e de Scarlett Johansson assim… é sacanagem! Tudo bem, tenho um pé atrás com o cara, apesar dele ser um grande cineasta, mas mais uma vez ele conseguiu fazer um filme chato e lento, e que só teve destaque por causa do tão falado beijo entre Penélope e Scarllet. Se vocês repararem, o filme andou, girou e terminou no mesmo lugar. Mais um filme para fãs de Woody Allen ou dos atores, e só!
Abraços, Alexandre Q. ___________________________ Gostei bastante do filme, pois mais uma vez Woody Allen vai fundo na análise do ser humano, aliás, vai fundo em dois sentimentos: amor e felicidade. De maneira simples, e com uma história sensual, com uma bela fotografia da bela Barcelona, Woody Allen não enrola, apenas trata do amor em várias e diferentes personalidades, pessoas que buscam o amor e a felicidade, que vivem o momento, que vivem de corpo e alma. Amores de verdade, a mores passageiros, amores loucos, amores sensatos, paixões confundidas com amores, ou seja, o amor e a busca da felicidade. Woody Allen ganhou e muito com grades atuações do elenco, principalmente Javier Bardem, Rebecca Hall e Penélope Cruz. Alias, Rebecca Hall foi uma grata supresa, confesso que não conheço a carreira dela, mas para mim ela tem a melhor performance dentro dos 2 triângulos amorosos do filme. Já Scarlett, apesar de linda como sempre, foi a mais modesta, até porque era um papel meio simples, mas parece que faltou alma, faltou alguma coisa ali para ela se soltar e Penélope, que concorrerá ao Oscar, teve o papel, vamos dizer mais fácil e intenso, mas ainda acho que menos intenso do que o papel de Rebecca Hall. Não estou criticando, Penélope, mas é mais fácil você fazer um papel de uma mulher apaixonada, louca de amor, do que realizar de uma menina certinha, que tem a vida planejada e do nada se apaixonada, e que da noite para o dia já não tem mais certeza do que quer, dos planos que queria. Depois de Sonho de Cassandra, apesar de eu ter gostado do filme, parece que Woody Allen acertou a mão de novo, uma boa comédia, com drama, romance, e um pouco de humor negro. Mais uma vez ele soube analisar quem somos e o que somos, sem dizer na bélissima trilha sonora.
Até, André
A Kamila do Cinéfila Por Natureza também já viu, clique aqui e veja a opinião dela!
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